Wednesday, February 28, 2007
A primeira resposta que eu lhe dei...
Bajulatório
Querendo me chupar a chapeleta,
lambeu-me os brios de gabarolão
um cego, bem ciente que o leão
lisonjeado é fácil presa à peta.
Viabilizando, pois, essa chupeta,
mas querendo também o meu quinhão,
respondo-lhe com outra adulação,
pra ver se sai negócio nessa treta:
a sua língua, na pornografia
páreo vivo não topa que a supere,
pois tudo escracha, sacaneia e fere
na mais suja e apurada putaria;
porém, se almeja esse órgão meu ponteiro,
deve antes me limpar todo o cagueiro!
Leo Pinto, 26/02/2007
Querendo me chupar a chapeleta,
lambeu-me os brios de gabarolão
um cego, bem ciente que o leão
lisonjeado é fácil presa à peta.
Viabilizando, pois, essa chupeta,
mas querendo também o meu quinhão,
respondo-lhe com outra adulação,
pra ver se sai negócio nessa treta:
a sua língua, na pornografia
páreo vivo não topa que a supere,
pois tudo escracha, sacaneia e fere
na mais suja e apurada putaria;
porém, se almeja esse órgão meu ponteiro,
deve antes me limpar todo o cagueiro!
Leo Pinto, 26/02/2007
Monday, February 26, 2007
Uma cantada do ceguinho
Recebi hoje cedo esta "cantada" do Glauco; as respostas vão nas próximas postagens. Abraços!
SONETO DITIRÂMBICO
Bastardos bardos, bêbados de absinto,
destilam seus delírios. Lhes delego
meus próprios, pois por ora só me entrego
ao porre e à porra, ao Pinto e ao vinho tinto.
Meu sonho, no momento, é ver o Pinto
alegre e de pau duro, enquanto eu, cego,
usando boca e língua, me encarrego
de ser seu felador: assim me sinto.
Aquilo que alucina este cegueta,
sabendo ser o Pinto tão gabola
de sua ferramenta, é que eu prometa:
Farei dos lábios uma mole mola,
supondo que, ao bombar-lhe a chapeleta,
controlo o gozo a alguém que me controla.
Glauco Mattoso, 25/2/2007
SONETO DITIRÂMBICO
Bastardos bardos, bêbados de absinto,
destilam seus delírios. Lhes delego
meus próprios, pois por ora só me entrego
ao porre e à porra, ao Pinto e ao vinho tinto.
Meu sonho, no momento, é ver o Pinto
alegre e de pau duro, enquanto eu, cego,
usando boca e língua, me encarrego
de ser seu felador: assim me sinto.
Aquilo que alucina este cegueta,
sabendo ser o Pinto tão gabola
de sua ferramenta, é que eu prometa:
Farei dos lábios uma mole mola,
supondo que, ao bombar-lhe a chapeleta,
controlo o gozo a alguém que me controla.
Glauco Mattoso, 25/2/2007
Thursday, February 22, 2007
A Galeria da Fama de Leo Pinto
A Galeria
Na efervescência da coprolagnia,
fotografo dejetos meus diversos,
e, agora, além do que lhes canto em versos,
criei pra eles uma galeria!
Eu fotografo quase todo dia
os meus labores na latrina imersos,
e antes que às águas fujam-se dispersos,
lhes provejo imortal categoria!
Estão todas no meu computador,
já triadas, as merdas mais ascosas,
e assim que as seleções forem vistosas
(infelizmente livres do fedor!),
eu hei de impressas tê-las reveladas
e juntá-las num quadro emolduradas!
Leo Pinto, 22/02/2007
Na efervescência da coprolagnia,
fotografo dejetos meus diversos,
e, agora, além do que lhes canto em versos,
criei pra eles uma galeria!
Eu fotografo quase todo dia
os meus labores na latrina imersos,
e antes que às águas fujam-se dispersos,
lhes provejo imortal categoria!
Estão todas no meu computador,
já triadas, as merdas mais ascosas,
e assim que as seleções forem vistosas
(infelizmente livres do fedor!),
eu hei de impressas tê-las reveladas
e juntá-las num quadro emolduradas!
Leo Pinto, 22/02/2007
Monday, February 19, 2007
Resposta do Glauco!
SONETO RESPOSTA
Meu caro amigo Pinto: aguardo a meia
fedida que você pôs no correio.
Chulé sei que ela tinha, mas não creio
que chegue com o cheiro que alardeia.
Mandaram-me uma assim, e recusei-a
por ter-se dissipado no passeio
postal todo esse aroma, dito "feio",
que, para mim, "sublime" é o que se leia.
Porém, se foi usada por você,
me atiça a fantasia, pois não há
fetiche que maior tesão me dê!
Só penso no prazer que isso lhe dá,
levando este poeta que não vê
ao ponto onde você quiser que eu vá.
GLAUCO MATTOSO, 18/2/2007
Meu caro amigo Pinto: aguardo a meia
fedida que você pôs no correio.
Chulé sei que ela tinha, mas não creio
que chegue com o cheiro que alardeia.
Mandaram-me uma assim, e recusei-a
por ter-se dissipado no passeio
postal todo esse aroma, dito "feio",
que, para mim, "sublime" é o que se leia.
Porém, se foi usada por você,
me atiça a fantasia, pois não há
fetiche que maior tesão me dê!
Só penso no prazer que isso lhe dá,
levando este poeta que não vê
ao ponto onde você quiser que eu vá.
GLAUCO MATTOSO, 18/2/2007
Sunday, February 18, 2007
Correspondência
Vamos aguardar pela resposta dele...
Endereçado
Senhor Glauco Mattoso, hoje postei
um par de meias sujas no correio,
e de antemão lhe peço por e-meio
seu parecer ao mimo que enviei.
Não quero me gabar, mas caprichei
eu acho, pois usei-as mês e meio
sem tirar, reforçando-as com o alheio
fedor de pés pros quais as emprestei!
Este presente que vai pra você
recende a queijo, bacalhau e atum,
sem perder o seu natural cecê...
Espero, enfim, que goste do bodum,
e aguardo uma resposta receber.
Um abraço do Pinto, e até mais ver!
Leo Pinto, 18/02/2007
Endereçado
Senhor Glauco Mattoso, hoje postei
um par de meias sujas no correio,
e de antemão lhe peço por e-meio
seu parecer ao mimo que enviei.
Não quero me gabar, mas caprichei
eu acho, pois usei-as mês e meio
sem tirar, reforçando-as com o alheio
fedor de pés pros quais as emprestei!
Este presente que vai pra você
recende a queijo, bacalhau e atum,
sem perder o seu natural cecê...
Espero, enfim, que goste do bodum,
e aguardo uma resposta receber.
Um abraço do Pinto, e até mais ver!
Leo Pinto, 18/02/2007
Tuesday, February 13, 2007
Mais uma da minha pica
A MINHA PICA MORREU!
Já saí c’uma traveca
que se chamava Malu,
e quando meu foi ao cu,
bem faceira e bem sapeca,
a danada da boneca,
tão grosso era o tronco seu,
umas pregas me rompeu,
e, enquanto o rabo sangrava,
de altiva que antes estava,
a minha pica morreu!
Leo Pinto, 16/01/2007
Já saí c’uma traveca
que se chamava Malu,
e quando meu foi ao cu,
bem faceira e bem sapeca,
a danada da boneca,
tão grosso era o tronco seu,
umas pregas me rompeu,
e, enquanto o rabo sangrava,
de altiva que antes estava,
a minha pica morreu!
Leo Pinto, 16/01/2007
Thursday, February 01, 2007
Agora, com vocês, a minha pica...
A MINHA PICA MORREU!
Não foram poucos revezes
pelos quais eu já passei,
quando em fodas me embrenhei
em sangue vômito e fezes!
Aqui relato três teses
do que comigo ocorreu
em três fodas nas quais eu
tomei no rabo gostoso:
três vezes em que, sem gozo,
a minha pica morreu!
Uma vez foi com Patrícia,
uma guria feroz,
de chupada tão atroz
que, em vez de me ser carícia,
foi-me antes uma sevícia:
em vez de chupar mordeu
tudo que lhe apareceu,
desde a cabeça até as bolas,
e, esvaindo-lhe as bitolas,
a minha pica morreu!
Outra vez foi com Marcela,
numa outra infeliz chupada
em que ela, desavisada,
levou-me o pau sujo à goela,
e, provando na estrumela
o gosto do sebo meu,
toda a janta devolveu
em cima do equipamento,
e então, naquele momento,
a minha pica morreu!
Outra vez foi Ana Paula,
que adorava dar o rabo,
e me aprisionou o nabo
em sua traseira jaula,
levando-me a sorte maula,
porque quando já quase eu
gozava, a coisa fedeu:
cagou-se toda a danada,
e, perplexa e embosteada,
a minha pica morreu!
Leo Pinto, 15/01/2007
Não foram poucos revezes
pelos quais eu já passei,
quando em fodas me embrenhei
em sangue vômito e fezes!
Aqui relato três teses
do que comigo ocorreu
em três fodas nas quais eu
tomei no rabo gostoso:
três vezes em que, sem gozo,
a minha pica morreu!
Uma vez foi com Patrícia,
uma guria feroz,
de chupada tão atroz
que, em vez de me ser carícia,
foi-me antes uma sevícia:
em vez de chupar mordeu
tudo que lhe apareceu,
desde a cabeça até as bolas,
e, esvaindo-lhe as bitolas,
a minha pica morreu!
Outra vez foi com Marcela,
numa outra infeliz chupada
em que ela, desavisada,
levou-me o pau sujo à goela,
e, provando na estrumela
o gosto do sebo meu,
toda a janta devolveu
em cima do equipamento,
e então, naquele momento,
a minha pica morreu!
Outra vez foi Ana Paula,
que adorava dar o rabo,
e me aprisionou o nabo
em sua traseira jaula,
levando-me a sorte maula,
porque quando já quase eu
gozava, a coisa fedeu:
cagou-se toda a danada,
e, perplexa e embosteada,
a minha pica morreu!
Leo Pinto, 15/01/2007