Thursday, December 21, 2006
Férias por tempo indeterminado
Estamos de férias por tempo indeterminado, agradecemos a compreensão, até!
Friday, December 15, 2006
Cuuuuuuuuu...
Isso dá uma boa seqüência de sonetos...
Etiqueta Anal
Lamber um cu limpinho é sempre bom,
um cu bem lavadinho e perfumado,
é ótimo lisinho e depilado,
melhor do que sorvete Chicabom.
Porém se o coiso for de cor marrom,
peludo e sem aquele tom rosado,
com marcas de cocô recém cagado,
lambê-lo não seria de bom tom.
Quem bem quiser versado ser em cu,
atente para as regras de etiqueta,
não passe por estróina ou por jacu,
pois cu não é tão simples como a greta.
Devore, pois, todinho o manual
das regras da etiqueta em foda anal!
Leo Pinto, 05/07/2004
Etiqueta Anal
Lamber um cu limpinho é sempre bom,
um cu bem lavadinho e perfumado,
é ótimo lisinho e depilado,
melhor do que sorvete Chicabom.
Porém se o coiso for de cor marrom,
peludo e sem aquele tom rosado,
com marcas de cocô recém cagado,
lambê-lo não seria de bom tom.
Quem bem quiser versado ser em cu,
atente para as regras de etiqueta,
não passe por estróina ou por jacu,
pois cu não é tão simples como a greta.
Devore, pois, todinho o manual
das regras da etiqueta em foda anal!
Leo Pinto, 05/07/2004
Wednesday, December 13, 2006
Mais uma pra sacanear o tio Ch...
Desconstrução
Acordei com meu pinto em rigidez fantástica,
bati uma caprichada mas gozei nas pálpebras,
e de pau duro ainda tive idéias lúbricas,
e peladão saí pela manhã mais gélida.
Voei pra casa dela igual se fosse um pégaso,
cheguei-lhe sorridente com a tora rígida,
e ela me abocanhou o membralhão solícita,
deixando-me o instrumento inda mais firme e sólido.
Ergui-a com as mãos em sua bunda flácida,
chupei-lhe igual bezerro os seu peitinhos túmidos,
e com a língua ousada fui-lhe ardente e sórdido
no umbigo, na xoxota e no seu ânus fétido.
E então notei-lhe a excitação mais cálida e úmida,
e lhe invadi a caverna igual se fosse um bárbaro,
e alegre furunfei co’a embriaguez de um sátiro,
deixando-a enlouquecida em fúria ardente e trêfega,
até que nos ouvidos me pediu no esfíncter,
sem mais já se botando em posição de um cágado,
e entrei sem cerimônias no caminho exíguo,
e arrebentei sem dó todas as pregas rígidas.
E furunfamos em velocidade máxima,
metendo igual se fôssemos perfeitas máquinas,
e no final de toda aquela foda sôfrega,
gozamos e gritamos como dois fanáticos!
Acordei com meu pinto em rigidez solícita,
voei pra casa dela igual se fosse um cágado,
chupei-lhe igual bezerro no seu ânus flácido,
e alegre furunfei c’o membralhão exíguo,
e arrebentei sem dó suas ardentes pálpebras,
e peladão gozei nos seus ouvidos túmidos!
Leo Pinto, 18/09/2005
Acordei com meu pinto em rigidez fantástica,
bati uma caprichada mas gozei nas pálpebras,
e de pau duro ainda tive idéias lúbricas,
e peladão saí pela manhã mais gélida.
Voei pra casa dela igual se fosse um pégaso,
cheguei-lhe sorridente com a tora rígida,
e ela me abocanhou o membralhão solícita,
deixando-me o instrumento inda mais firme e sólido.
Ergui-a com as mãos em sua bunda flácida,
chupei-lhe igual bezerro os seu peitinhos túmidos,
e com a língua ousada fui-lhe ardente e sórdido
no umbigo, na xoxota e no seu ânus fétido.
E então notei-lhe a excitação mais cálida e úmida,
e lhe invadi a caverna igual se fosse um bárbaro,
e alegre furunfei co’a embriaguez de um sátiro,
deixando-a enlouquecida em fúria ardente e trêfega,
até que nos ouvidos me pediu no esfíncter,
sem mais já se botando em posição de um cágado,
e entrei sem cerimônias no caminho exíguo,
e arrebentei sem dó todas as pregas rígidas.
E furunfamos em velocidade máxima,
metendo igual se fôssemos perfeitas máquinas,
e no final de toda aquela foda sôfrega,
gozamos e gritamos como dois fanáticos!
Acordei com meu pinto em rigidez solícita,
voei pra casa dela igual se fosse um cágado,
chupei-lhe igual bezerro no seu ânus flácido,
e alegre furunfei c’o membralhão exíguo,
e arrebentei sem dó suas ardentes pálpebras,
e peladão gozei nos seus ouvidos túmidos!
Leo Pinto, 18/09/2005
Monday, December 11, 2006
Outra g(u)losa antiga para o blog...
A VIRGEM DESCABAÇADA
JÁ DEIXOU DE SER NINFETA
É UMA MERETRIZ RAFADA
COM PEREBAS NA BUCETA
Ana Paula foi donzela
até os doze anos de idade,
mas chegada a puberdade
deu-se à vida puta e bela:
um dia numa viela,
passaram-lhe uma dedada
que a deixou toda molhada,
e então lhe passaram malho,
deixando, ao fim do trabalho,
a virgem descabaçada!
Foi-se Ana Paula sangrando
pra casa naquele dia,
e a dolorida sorria,
no chuveiro já cantando
enquanto ia se lavando
pra limpar toda a buceta
que um passaralho xereta
lhe sujou de sacanagem,
mas mesmo após a lavagem
já deixou de ser ninfeta!
Descoberta pelos pais,
austeros conservadores,
descobriu Ana os horrores
de uma surra pra jamais
se esquecer de tantos ais;
de casa foi enxotada
e, sem saber fazer nada,
foi viver de putaria
e, tanto, que ela hoje em dia
é uma meretriz rafada!
Ana Puta enriqueceu
com suas artes da xana,
mas não soube poupar grana
pro outono do gineceu,
e então se lhe sucedeu
de, velha, sofrer a peta
do abandono, e na sarjeta
fez seu derradeiro show,
e os seus dias terminou
com perebas na buceta!
Leo Pinto, 26/09/2005
JÁ DEIXOU DE SER NINFETA
É UMA MERETRIZ RAFADA
COM PEREBAS NA BUCETA
Ana Paula foi donzela
até os doze anos de idade,
mas chegada a puberdade
deu-se à vida puta e bela:
um dia numa viela,
passaram-lhe uma dedada
que a deixou toda molhada,
e então lhe passaram malho,
deixando, ao fim do trabalho,
a virgem descabaçada!
Foi-se Ana Paula sangrando
pra casa naquele dia,
e a dolorida sorria,
no chuveiro já cantando
enquanto ia se lavando
pra limpar toda a buceta
que um passaralho xereta
lhe sujou de sacanagem,
mas mesmo após a lavagem
já deixou de ser ninfeta!
Descoberta pelos pais,
austeros conservadores,
descobriu Ana os horrores
de uma surra pra jamais
se esquecer de tantos ais;
de casa foi enxotada
e, sem saber fazer nada,
foi viver de putaria
e, tanto, que ela hoje em dia
é uma meretriz rafada!
Ana Puta enriqueceu
com suas artes da xana,
mas não soube poupar grana
pro outono do gineceu,
e então se lhe sucedeu
de, velha, sofrer a peta
do abandono, e na sarjeta
fez seu derradeiro show,
e os seus dias terminou
com perebas na buceta!
Leo Pinto, 26/09/2005
Wednesday, December 06, 2006
Ah, como é bom...
Soneto da Maior Intimidade
Eu sinto em mim o borbulhar dos gases,
e de cólicas sofro horríveis dores,
e nas entranhas provo mil pavores,
qual se no toba enfiassem-me ananases!
E eu em manobras meio camicases,
me tranco no banheiro, e os bastidores
cutuco com meus dedos catadores
pra ver se com as tripas faço as pazes...
Mas qual, não me sai nada, e mais machuca
quanto mais minha mão ali cutuca!
Mas não desisto e sigo futucando
até que à tripalhada o coração
eu toco e apiedo, e então é quando
de mim jorra um faustoso cagalhão!
Leo Pinto, 06/12/2006
Eu sinto em mim o borbulhar dos gases,
e de cólicas sofro horríveis dores,
e nas entranhas provo mil pavores,
qual se no toba enfiassem-me ananases!
E eu em manobras meio camicases,
me tranco no banheiro, e os bastidores
cutuco com meus dedos catadores
pra ver se com as tripas faço as pazes...
Mas qual, não me sai nada, e mais machuca
quanto mais minha mão ali cutuca!
Mas não desisto e sigo futucando
até que à tripalhada o coração
eu toco e apiedo, e então é quando
de mim jorra um faustoso cagalhão!
Leo Pinto, 06/12/2006
Monday, December 04, 2006
Nham nham...
Overdose
A vós correndo vou, qual cabritinho,
ansiando por uma oportunidade,
a vós eu vou, rasgado de vontade
de mamar-vos com força no biquinho...
Prossigo pelo corpo e, lambendinho,
viajo pela vossa obliqüidade,
e excito-vos com generosidade
só pra adentrar-vos o átrio apertadinho...
Vos dou prazer da testa até o pé,
vos faço pelos nove vãos gozar,
engato-vos primeira e marcha ré,
arrombo-vos a boca, o cu e a cona,
vos dou uma overdose cavalar
de um tesão que vos faz beijar a lona!
Leo Pinto, 2005
A vós correndo vou, qual cabritinho,
ansiando por uma oportunidade,
a vós eu vou, rasgado de vontade
de mamar-vos com força no biquinho...
Prossigo pelo corpo e, lambendinho,
viajo pela vossa obliqüidade,
e excito-vos com generosidade
só pra adentrar-vos o átrio apertadinho...
Vos dou prazer da testa até o pé,
vos faço pelos nove vãos gozar,
engato-vos primeira e marcha ré,
arrombo-vos a boca, o cu e a cona,
vos dou uma overdose cavalar
de um tesão que vos faz beijar a lona!
Leo Pinto, 2005