Friday, June 30, 2006
Voltando...
Ave, depois de uns dias parado, o Pinto volta à rede... E retorno aí com a invocação/introdução de Para Cantar de Amor Versos Safados (no prelo)... Abraços!
Invocação à Musa Sacanaz
Vem, Sacanaz, vem-me inspirar o dedo
que te entra na xiranha e no fiofó,
pra digitar sem pundonor ou dó
os versos que te arrancam do segredo!
Fodaz putana, mostra o amor devasso
qual genuíno, eterno e verdadeiro,
amor real, com gosto e cor e cheiro,
sempre a transpor as pregas e o cabaço!
Me ajuda, enfim, Fodaz, neste gozoso
empreito de mostrar à humanidade
que o amor é foda, é festa, é farra e é gozo,
provando, por caralho e por buceta,
a mais alegre e mais loquaz verdade,
que o amor sem foda é farsa, é embuste e é peta!
Leo Pinto, 2005
Invocação à Musa Sacanaz
Vem, Sacanaz, vem-me inspirar o dedo
que te entra na xiranha e no fiofó,
pra digitar sem pundonor ou dó
os versos que te arrancam do segredo!
Fodaz putana, mostra o amor devasso
qual genuíno, eterno e verdadeiro,
amor real, com gosto e cor e cheiro,
sempre a transpor as pregas e o cabaço!
Me ajuda, enfim, Fodaz, neste gozoso
empreito de mostrar à humanidade
que o amor é foda, é festa, é farra e é gozo,
provando, por caralho e por buceta,
a mais alegre e mais loquaz verdade,
que o amor sem foda é farsa, é embuste e é peta!
Leo Pinto, 2005
Wednesday, June 21, 2006
Rapidinha...
Ao ver o Leo Pinto inerme,
na cova, tão jururu,
gritou lá de dentro um verme:
"Defuntos, tapai o cu!"
na cova, tão jururu,
gritou lá de dentro um verme:
"Defuntos, tapai o cu!"
Tuesday, June 20, 2006
Mais Um Acróstico
Acróstico
Viajando nas tetas de Dalila,
Alucinadamente a mamar seus
Peitões imensos e deliciosos,
Reconheci num deles uma coisa
Até então atípica pra mim,
Pequenino detalhe, mas incômodo,
Uma verruga preta e com um pelo!
Tentado com aquela novidade e,
Ao mesmo tempo, um tanto horrorizado,
Quis tentar uma nova sacanagem:
Ungi-me então da sanha mais perversa,
E, mirando o gaudério bem de perto,
Peguei-a com os dentes, mordiscando,
Apertando e, com toda força, enfim,
Rasgando-a para fora da epiderme,
Ingeri-a, e a Dalila, com a peta,
Uivou chorosa, lacerada inerme!
Leo Pinto, 16/06/2006
Viajando nas tetas de Dalila,
Alucinadamente a mamar seus
Peitões imensos e deliciosos,
Reconheci num deles uma coisa
Até então atípica pra mim,
Pequenino detalhe, mas incômodo,
Uma verruga preta e com um pelo!
Tentado com aquela novidade e,
Ao mesmo tempo, um tanto horrorizado,
Quis tentar uma nova sacanagem:
Ungi-me então da sanha mais perversa,
E, mirando o gaudério bem de perto,
Peguei-a com os dentes, mordiscando,
Apertando e, com toda força, enfim,
Rasgando-a para fora da epiderme,
Ingeri-a, e a Dalila, com a peta,
Uivou chorosa, lacerada inerme!
Leo Pinto, 16/06/2006
Monday, June 19, 2006
A Lei da Relatividade Peninana
Relativas Proporções
De pinto grande eu sei um tanto. O meu
foi suficientemente grande para
fazer arder a racha de Samara,
que berrou quando fui-lhe ao gineceu...
De pinto pequenino eu também sei,
pois conheci Samira, atriz pornô:
em seus rachões meu pobre bibelô
tão pequeno ficou, que até chorei...
De pinto médio, eu também sei um pouco,
pois conheci Suméria, um travesti
cujo membro me fez trêfego e louco:
esconjuro-me a moça um meu tabu,
com seu mediano e cômodo pipi,
que coube direitinho no meu cu!
Leo Pinto, 15/06/2006
De pinto grande eu sei um tanto. O meu
foi suficientemente grande para
fazer arder a racha de Samara,
que berrou quando fui-lhe ao gineceu...
De pinto pequenino eu também sei,
pois conheci Samira, atriz pornô:
em seus rachões meu pobre bibelô
tão pequeno ficou, que até chorei...
De pinto médio, eu também sei um pouco,
pois conheci Suméria, um travesti
cujo membro me fez trêfego e louco:
esconjuro-me a moça um meu tabu,
com seu mediano e cômodo pipi,
que coube direitinho no meu cu!
Leo Pinto, 15/06/2006
Thursday, June 15, 2006
Uma Paixão Alexandrina & Escatológica...
Ave a todos! Hoje, em homenagem ao Marcelo Finholdt, que em seu blog http:\marcelofinholdt.blogspot.com posta sonetos alexandrinos impecáveis, posto alexandrinos também! Bom, como uma das minha paixões é merda e bosta, quem me conhece bem sabe, deixo aqui uma homenagem apaixonada para minha dejeções na dita métrica, ok? Abraços!
Soneto Alexandrino Para Os Meus Detritos
Contemplo-vos atenta e embevecidamente,
nadando tão contentes nesse imundo vaso,
que as emoções as mais profundas extravaso,
nesta homenagem que vos canto alegremente!
Feliz vos faço e, às vezes, dolorosamente,
qual filhos que, paridos com esforço e atraso,
motivos são de pleno orgulho em todo caso,
e amados serão sempre incondicionalmente!
Detritos meus, amor imenso vos dedico!
Intrépidos piratas deste mar sulino,
valentes generais das tropas do penico,
escravos alforriados, livres do intestino,
tão belos frutos do fiofó quando faz bico,
que bem merecem um soneto alexandrino!
Leo Pinto, 31/03/2005
Soneto Alexandrino Para Os Meus Detritos
Contemplo-vos atenta e embevecidamente,
nadando tão contentes nesse imundo vaso,
que as emoções as mais profundas extravaso,
nesta homenagem que vos canto alegremente!
Feliz vos faço e, às vezes, dolorosamente,
qual filhos que, paridos com esforço e atraso,
motivos são de pleno orgulho em todo caso,
e amados serão sempre incondicionalmente!
Detritos meus, amor imenso vos dedico!
Intrépidos piratas deste mar sulino,
valentes generais das tropas do penico,
escravos alforriados, livres do intestino,
tão belos frutos do fiofó quando faz bico,
que bem merecem um soneto alexandrino!
Leo Pinto, 31/03/2005
Sacro Acróstico
Ave, pessoal! Hoje é feriado de Corpus Christi, um feriado que tem alguma coisa a ver com a celebração do Corpo de Cristo na Santíssima Trindade, ou coisa do tipo... Bom, eu que nunca fui um grande cristão, apesar de batizado na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, resolvi dar uma profanada, celebrando o corpo do acróstico abaixo...
Num Dia de Corpus Christi...
Me deliciei no corpo da beata
Em sacro dia, pois era impossível
Conter-me e resistir à tentação...
Havia eu que rezar, mas como então?
Um corpo de beata, inerte, quedo,
Prostrado ali na rua, assassinado,
Ainda quente, mesmo em tal estado:
Sem membros e cabeça, apenas tronco!
E que delicioso tronco aquele:
Maravilhosa Vênus de Milão
Vulgarizada ao rés de uma sarjeta,
Ensangüentada, suja e profanada,
Rasgada desde o esfíncter à buceta!
Gulosos os meus olhos avistaram
O tronco da beata, e sem delongas,
Não mais me segurar podendo então,
Hiperbólico e louco em meu tesão,
A beata defunta devorei!
Belisquei suas carnes e mil beijos,
Enamorado eu dei no tronco todo,
Abocanhei-lhe a xota estraçalhada,
Tarado ali sorvi todo o seu sangue,
Ingeri cada gota coagulada,
Naco a naco, depois, a devorando,
Homérico, necrófilo, necrófago...
Aí foi quando deu-se a confusão:
Passou naquele instante a procissão,
Ungida lá de toda a santidade,
Trazendo o Corpus Christi e, indignada,
Ao me ver, me caçou pela cidade!
Leo Pinto, 15/06/2006
Num Dia de Corpus Christi...
Me deliciei no corpo da beata
Em sacro dia, pois era impossível
Conter-me e resistir à tentação...
Havia eu que rezar, mas como então?
Um corpo de beata, inerte, quedo,
Prostrado ali na rua, assassinado,
Ainda quente, mesmo em tal estado:
Sem membros e cabeça, apenas tronco!
E que delicioso tronco aquele:
Maravilhosa Vênus de Milão
Vulgarizada ao rés de uma sarjeta,
Ensangüentada, suja e profanada,
Rasgada desde o esfíncter à buceta!
Gulosos os meus olhos avistaram
O tronco da beata, e sem delongas,
Não mais me segurar podendo então,
Hiperbólico e louco em meu tesão,
A beata defunta devorei!
Belisquei suas carnes e mil beijos,
Enamorado eu dei no tronco todo,
Abocanhei-lhe a xota estraçalhada,
Tarado ali sorvi todo o seu sangue,
Ingeri cada gota coagulada,
Naco a naco, depois, a devorando,
Homérico, necrófilo, necrófago...
Aí foi quando deu-se a confusão:
Passou naquele instante a procissão,
Ungida lá de toda a santidade,
Trazendo o Corpus Christi e, indignada,
Ao me ver, me caçou pela cidade!
Leo Pinto, 15/06/2006
Wednesday, June 14, 2006
Acróstico
Ave, estou feliz! Ontem, pouco antes da pífia apresentação dos nossos confusos canários, compus meu primeiro acróstico, aqueles poeminhas em que as iniciais de cada verso vão formando outras palavras, bem legal... Agora vou compor mais, me animei! Bom, mas fica ele aí, então...
Acróstico
Cagando estava a loura Ana Paulete
O mais encantador dos excrementos,
Mas quando eu cheguei perto, pra assisti-la,
Indignada a moça brada aos ventos:
“Obrar não se mais pode sossegada?”
“Com mil perdões”, respondo constrangido,
“Ultrajá-la não era o meu projeto...”
Destarte, então, fui-me indo retraído,
Antes que por um guarda ela chamasse...
Aconteceu, porém, o inesperado:
No momento em que eu dava meia-volta,
A loura me chamou: “se é teu agrado
Presenciar-me enquanto cago, o faça!”
Assim, pus-me feliz a acompanhar
Um por um o cair dos cruzuzus,
Lambendo, enfim, seu rabo até deixar
Aquele o mais higiênico do cus!
Leo Pinto, 13/06/2006
Acróstico
Cagando estava a loura Ana Paulete
O mais encantador dos excrementos,
Mas quando eu cheguei perto, pra assisti-la,
Indignada a moça brada aos ventos:
“Obrar não se mais pode sossegada?”
“Com mil perdões”, respondo constrangido,
“Ultrajá-la não era o meu projeto...”
Destarte, então, fui-me indo retraído,
Antes que por um guarda ela chamasse...
Aconteceu, porém, o inesperado:
No momento em que eu dava meia-volta,
A loura me chamou: “se é teu agrado
Presenciar-me enquanto cago, o faça!”
Assim, pus-me feliz a acompanhar
Um por um o cair dos cruzuzus,
Lambendo, enfim, seu rabo até deixar
Aquele o mais higiênico do cus!
Leo Pinto, 13/06/2006
Tuesday, June 13, 2006
Mais uma de amor... (para Alphonsus de Guimarães)
Ismália & Paulo
Quando Paulo enrigeceu,
Ismália pôs-se a chupar...
queria tê-lo só seu,
queria senti-lo entrar...
De tanto chupar mordeu,
mas nada para brochar...
lambida na ponta deu,
e à garganta fez jorrar...
Ismália se enfureceu,
não era pr’ali gozar...
ao gogó tudo desceu,
nem deu para aproveitar...
Co’a paciência que Deus deu,
tornou Ismália a brincar...
outra vez o tal cresceu,
para Ismália deleitar...
Tempo Ismália não perdeu,
fê-lo de ré engatar...
sentiu de Paulo o apogeu,
e o ânus sentiu sangrar...
Leo Pinto, 2003
Quando Paulo enrigeceu,
Ismália pôs-se a chupar...
queria tê-lo só seu,
queria senti-lo entrar...
De tanto chupar mordeu,
mas nada para brochar...
lambida na ponta deu,
e à garganta fez jorrar...
Ismália se enfureceu,
não era pr’ali gozar...
ao gogó tudo desceu,
nem deu para aproveitar...
Co’a paciência que Deus deu,
tornou Ismália a brincar...
outra vez o tal cresceu,
para Ismália deleitar...
Tempo Ismália não perdeu,
fê-lo de ré engatar...
sentiu de Paulo o apogeu,
e o ânus sentiu sangrar...
Leo Pinto, 2003
Sunday, June 11, 2006
Como não podia deixar de ser...
Ave, feliz dia dos namorados, pra quem for enamorado! Já dizia o Nono, "o amor é uma flor roxa que nasce no coração dos trouxa"... "E te dá uma porção de filhos", completava a sábia Nona!
Bom, de qualquer jeito, é a porra do amor, né? Impossível escapar dessa miséria! Então, fica aí minha homenagem ao consagrado dia..
Dia dos Namorados
1
A bela, pra agradar o queridinho,
no Dia do Namoro fez surpresa:
à noite foi seu róseo lolozinho
presente que lhe colocou à mesa.
O amado, com a lauta refeição,
deliciou-se e repetiu o prato,
mas finda a festa e a hora do tesão,
o biltre do namoro finda o trato.
Magoada, a princesinha arrependida
um plano bola pra fazer vingança:
com outra ex do cara faz aliança
e confabulam juntas a medida
e a intensidade própria à desafronta,
e logo a tal desforra já está pronta...
2
Convidam o babaca pra suruba
as duas, se fazendo de vadias,
e o tonto não resiste à putaria,
e o receio que sente então derruba.
Carrega as duas presas pro motel
e fode-lhes bastante no conforme,
até que derrubado e exausto dorme
e sonha um sonho doce como mel.
Acorda com um rombo no traseiro
e o pênis decepado por inteiro;
vai do hospital direto pra polícia,
que põe no caso inquérito e perícia,
mas qual! Já longe as duas vão fugidas,
felizes, co’as vinganças concluídas!
Leo Pinto, 2004
Bom, de qualquer jeito, é a porra do amor, né? Impossível escapar dessa miséria! Então, fica aí minha homenagem ao consagrado dia..
Dia dos Namorados
1
A bela, pra agradar o queridinho,
no Dia do Namoro fez surpresa:
à noite foi seu róseo lolozinho
presente que lhe colocou à mesa.
O amado, com a lauta refeição,
deliciou-se e repetiu o prato,
mas finda a festa e a hora do tesão,
o biltre do namoro finda o trato.
Magoada, a princesinha arrependida
um plano bola pra fazer vingança:
com outra ex do cara faz aliança
e confabulam juntas a medida
e a intensidade própria à desafronta,
e logo a tal desforra já está pronta...
2
Convidam o babaca pra suruba
as duas, se fazendo de vadias,
e o tonto não resiste à putaria,
e o receio que sente então derruba.
Carrega as duas presas pro motel
e fode-lhes bastante no conforme,
até que derrubado e exausto dorme
e sonha um sonho doce como mel.
Acorda com um rombo no traseiro
e o pênis decepado por inteiro;
vai do hospital direto pra polícia,
que põe no caso inquérito e perícia,
mas qual! Já longe as duas vão fugidas,
felizes, co’as vinganças concluídas!
Leo Pinto, 2004
Friday, June 09, 2006
Avacalhando Minha Infânica Anos 80...
Para Simoni, com carinho...
Ursão Fodalhão
Vem, meu ursinho caliente,
meu sátiro ardente,
Ursão Fodalhão!
Vamos curtir as luxúrias,
externar as fúrias
do nosso tesão!
Entra, mas vai com carinho,
me fode o cuzinho
primeiro co’a mão!
Depois me enraba co’a vara,
me goza na cara,
ursão maganão!
E então na cama eu me espalho,
te pego o bimbalho,
e dou-lhe um chupão!
E agora, ursinho sacana,
refaz tua gana,
me dá um encontrão!
Entra-me agora na cona,
que eu sou marafona,
você é o cafetão!
Ah, meu ursinho sapeca,
me fode a xereca,
aqui no colchão!
E exaustos, caímos juntos,
como dois defuntos
num mesmo caixão!
Dorme, bichinho safado,
cumpriu-me o recado
com teu membralhão!
Dome, que amanhã tem mais,
meu urso fodaz,
Ursão Fodalhão!
Leo Pinto, 20/05/2005
Ursão Fodalhão
Vem, meu ursinho caliente,
meu sátiro ardente,
Ursão Fodalhão!
Vamos curtir as luxúrias,
externar as fúrias
do nosso tesão!
Entra, mas vai com carinho,
me fode o cuzinho
primeiro co’a mão!
Depois me enraba co’a vara,
me goza na cara,
ursão maganão!
E então na cama eu me espalho,
te pego o bimbalho,
e dou-lhe um chupão!
E agora, ursinho sacana,
refaz tua gana,
me dá um encontrão!
Entra-me agora na cona,
que eu sou marafona,
você é o cafetão!
Ah, meu ursinho sapeca,
me fode a xereca,
aqui no colchão!
E exaustos, caímos juntos,
como dois defuntos
num mesmo caixão!
Dorme, bichinho safado,
cumpriu-me o recado
com teu membralhão!
Dome, que amanhã tem mais,
meu urso fodaz,
Ursão Fodalhão!
Leo Pinto, 20/05/2005
Wednesday, June 07, 2006
Sonetilho de passagem...
O Instrumento
Coxas, bundas e vaginas,
mais melões avantajados,
são combinações divinas
que aos colhões arrancam brados.
Nós moleques, obcecados
que somos pelas meninas,
bobalhões e apatetados
temos visões libertinas,
e tão louca e vorazmente,
que já nem funciona a mente:
o tesão nos arrebata
com fúria tão inclemente,
que o caralho, incontinente,
goza antes que a bronha eu bata!
Leo Pinto, 03/08/2005
Coxas, bundas e vaginas,
mais melões avantajados,
são combinações divinas
que aos colhões arrancam brados.
Nós moleques, obcecados
que somos pelas meninas,
bobalhões e apatetados
temos visões libertinas,
e tão louca e vorazmente,
que já nem funciona a mente:
o tesão nos arrebata
com fúria tão inclemente,
que o caralho, incontinente,
goza antes que a bronha eu bata!
Leo Pinto, 03/08/2005
Tuesday, June 06, 2006
A Dom Pedro II (Parte 2)
Pois é, e eu enviei a glosa para meu genial confrade de Nhandera, Marcos Satoru Kawanami, que me respoendeu com a seguinte trova (valeu, Chatoru!!!):
Esta glosa do Leo Pinto
em homenagem a Itu
traduz o gozo que eu sinto
quando de Ana fodo o cu.
Eu não sou o Pé de Mesa,
mas jamais passei por tolo:
não penso em delicadeza
se biscate quer consolo.
Já Dom Pedro soberano,
ao trovar, se compromete:
será que pagou boquete
no ilustre solo ituano?
Sendo membro da nobreza,
seu membro seria nobre?
Ou também a realeza
gostava de cu de pobre?
Dom Pedro se compromete
ao ter visitado Itu;
se lá não pagou boquete,
com certeza deu o cu.
O que faria o monarca
a passear em Itu?
Entrou em furada barca,
ou viu ituense nu?
Pois a fama de Itu
se deve a ter tudo grande.
Ou Pedro cedeu o cu,
ou chupou mesmo uma glande.
Nhandeara, 3 de junho de 2006 Marcos Satoru Kawanami
Esta glosa do Leo Pinto
em homenagem a Itu
traduz o gozo que eu sinto
quando de Ana fodo o cu.
Eu não sou o Pé de Mesa,
mas jamais passei por tolo:
não penso em delicadeza
se biscate quer consolo.
Já Dom Pedro soberano,
ao trovar, se compromete:
será que pagou boquete
no ilustre solo ituano?
Sendo membro da nobreza,
seu membro seria nobre?
Ou também a realeza
gostava de cu de pobre?
Dom Pedro se compromete
ao ter visitado Itu;
se lá não pagou boquete,
com certeza deu o cu.
O que faria o monarca
a passear em Itu?
Entrou em furada barca,
ou viu ituense nu?
Pois a fama de Itu
se deve a ter tudo grande.
Ou Pedro cedeu o cu,
ou chupou mesmo uma glande.
Nhandeara, 3 de junho de 2006 Marcos Satoru Kawanami
Monday, June 05, 2006
A Dom Pedro II (Parte 1)
Amigos, a quadra que serviu de mote à seguinte glosa foi improvisada pelo saudoso Dom Pedro II, então com 21 anos, em visita à cidade paulista de Itu, no ano da graça de 1846. O registro é de Ubiratan Machado, em A Vida Literária no Brasil Durante O Romantismo (Eduerg, 2001, p. 91)
O SINCERO ACOLHIMENTO
DO FIEL POVO ITUANO
GRAVADO FICA NO PEITO
DO SEU GRATO SOBERANO
De uma cabrita eu me lembro,
Ana Paula se chamava,
uma loira bisca e brava,
que se oferecia ao membro
de todo e qualquer manembro
que lho servisse a contento,
pois mesmo jegue e jumento
traçavam-lhe o rabo e a xana,
obtendo da doidivana
o sincero acolhimento.
Ana Paula, certa vez,
conheceu Zé Pé de Mesa,
um cabra que, com destreza,
mulher mais feliz a fez,
pois consta que o tal freguês,
de renome bocagiano,
sabia usar bem o cano,
que além de bom no trabalho
era um lídimo caralho
do fiel povo ituano!
O pobre do Pé de Mesa,
de Ana Paula foder tanto,
qual vítima de um quebranto,
teve morta a vela acesa!
Ana Paula, na tristeza,
amargou o seu despeito,
pois nenhum outro sujeito
a fez gozar como outrora,
e o prazer que foi-se embora
gravado fica no peito...
Zé Pé de Mesa morreu
pouco após morrer-lhe a pica,
deixando na siririca
pra sempre o antigo amor seu;
mas Ana não acedeu
a tão atroz desengano,
e num ato Shakespeariano,
deu cabo de seu revés,
pra sempre dormindo aos pés
do seu grato soberano!
Leo Pinto, 03/06/2006
Friday, June 02, 2006
Ídolo dos ídolos é o meu cacete!
Soneto do Maior Caralho
Maior caralho nem mais rijo existe
do que este meu quando te vê pelada,
e quando sente a tua xota inchada,
frenético trabalha e esporra em riste!
Porém, depois do gozo fica triste,
e esfriado o seu tesão, não mais agrada
o teu desejo imenso de tarada,
e em tua boca se transforma em chiste!
No entanto, este caralho fode e fere
tuas entranhas quando em tais se insere,
e frita as tuas carnes qual torresmo,
e mesmo que se afrouxe um breve instante,
debulha-te em furor tão aberrante,
que segue colossal molenga mesmo!
Leo Pinto, 13/10/2005
Maior caralho nem mais rijo existe
do que este meu quando te vê pelada,
e quando sente a tua xota inchada,
frenético trabalha e esporra em riste!
Porém, depois do gozo fica triste,
e esfriado o seu tesão, não mais agrada
o teu desejo imenso de tarada,
e em tua boca se transforma em chiste!
No entanto, este caralho fode e fere
tuas entranhas quando em tais se insere,
e frita as tuas carnes qual torresmo,
e mesmo que se afrouxe um breve instante,
debulha-te em furor tão aberrante,
que segue colossal molenga mesmo!
Leo Pinto, 13/10/2005