Friday, April 28, 2006
Foder, amar, amar, foder...
Filosofia Fodaico-Amorosa
Adoro putarias, mas não só,
pois fodendo também gosto de amar:
amor fodaz, profano e salutar
que existe desde os tempos da vovó.
O amor sem foda é coisa de dar dó,
não há coisa mais certa a se pensar,
e a foda sem amor dá o que falar,
mas como atar-se o amor a e a foda a um nó?
Respondo então a todos que me lêem,
a todos que na foda e no amor crêem,
que simples pode ser a solução:
a todos vós reclamo ardentemente
que a todo tempo, e sempre, e com tesão,
amai a foda incondicionalmente!
Leo Pinto
Adoro putarias, mas não só,
pois fodendo também gosto de amar:
amor fodaz, profano e salutar
que existe desde os tempos da vovó.
O amor sem foda é coisa de dar dó,
não há coisa mais certa a se pensar,
e a foda sem amor dá o que falar,
mas como atar-se o amor a e a foda a um nó?
Respondo então a todos que me lêem,
a todos que na foda e no amor crêem,
que simples pode ser a solução:
a todos vós reclamo ardentemente
que a todo tempo, e sempre, e com tesão,
amai a foda incondicionalmente!
Leo Pinto
Thursday, April 20, 2006
Amores Primaveris...
QUANDO CHEGA A PRIMAVERA
DESABROCHAM LINDAS FLORES
ME ENTORPECEM MIL PERFUMES
E EU POR TI MORRO DE AMORES
Passa outono, passa inverno,
Passa o frio, passa a tristeza,
E me envolve uma leveza
De um amor cândido e terno.
Hoje escrevo em meu caderno
O que um dia foi quimera,
De eu foder tua cratera,
Pois teu doce buraquinho
Hoje torna-se meu ninho
Quando chega a primavera...
Tu te deitas, tão mimosa,
Nesta relva tão florida,
E convidas-me a uma lida,
Sorridente e mui dengosa,
E co’a bunda bem gulosa,
Inundada de fervores,
Me apresentas lindas cores,
Pois c’o rabo assim aberto,
Dá pra ver que, bem de perto,
Desabrocham lindas flores...
O teu, cu, linda senhora,
Que ofereces tão macio,
Se desfaz de todo brio,
E por minha rola chora,
Pois, gritando reto afora,
Com tais e tantos queixumes,
Agiganta os meus volumes,
Com gases mil a exalar,
E, no encanto deste ar,
Me entorpecem mil perfumes...
Soltas peidos no meu pinto,
Depois cagas com vontade,
E assim, ó doce beldade,
Aumenta o que por ti sinto,
E que um mal, se acaso minto,
Me assombre com mil temores
E me traga horríveis dores,
Pois quando em meu pau defecas,
Me deslumbram tais melecas,
E eu por ti morro de amores!
Leo Pinto, 12/02/2005
DESABROCHAM LINDAS FLORES
ME ENTORPECEM MIL PERFUMES
E EU POR TI MORRO DE AMORES
Passa outono, passa inverno,
Passa o frio, passa a tristeza,
E me envolve uma leveza
De um amor cândido e terno.
Hoje escrevo em meu caderno
O que um dia foi quimera,
De eu foder tua cratera,
Pois teu doce buraquinho
Hoje torna-se meu ninho
Quando chega a primavera...
Tu te deitas, tão mimosa,
Nesta relva tão florida,
E convidas-me a uma lida,
Sorridente e mui dengosa,
E co’a bunda bem gulosa,
Inundada de fervores,
Me apresentas lindas cores,
Pois c’o rabo assim aberto,
Dá pra ver que, bem de perto,
Desabrocham lindas flores...
O teu, cu, linda senhora,
Que ofereces tão macio,
Se desfaz de todo brio,
E por minha rola chora,
Pois, gritando reto afora,
Com tais e tantos queixumes,
Agiganta os meus volumes,
Com gases mil a exalar,
E, no encanto deste ar,
Me entorpecem mil perfumes...
Soltas peidos no meu pinto,
Depois cagas com vontade,
E assim, ó doce beldade,
Aumenta o que por ti sinto,
E que um mal, se acaso minto,
Me assombre com mil temores
E me traga horríveis dores,
Pois quando em meu pau defecas,
Me deslumbram tais melecas,
E eu por ti morro de amores!
Leo Pinto, 12/02/2005
Wednesday, April 19, 2006
Arrebatadora de Colhões...
Ave, hoja vou deixar mais um poema "de terceiro" aqui... E novamente uma homenagem, se não a mim, a minha obra: eis que o colega e camarada G S F, um aspirante a jurista que deseja lutar por seus direitos GLS, mas que não pode se identificar enquanto não passar no concurso para juiz, apaixounou-se pela sórdida arrabatodora de colhões Ana Paula Língua Acesa, e fez um soneto de primeiríssima pra ela!!!!!!!!!!!!! Dá-lhe, paixão!Ei-lo!
A LÍNGUA ACESA
Pois sendo que em tudo a língua punha
a tal da Ana Paula Língua Acesa
no crânio de Leo Pinto pôs a lesa
e o cuspe engrenou a sua alcunha.
No entanto, de mi'a língua conto um fato
de antes do relato do Seu Pinto,
quando o imo de Ana Paula era beato
ainda que alguém pense que cá minto.
A Língua Acesa outrora era dada
à boca saborear sorvete espesso,
de lá sorver o sumo em chupadas.
mas dando-lhe sorvete à sobremesa
Romeu e Julieta, qual surpresa!
Sorriu-me: esse queijinho eu conheço!
GSF/GLS, 2006
A LÍNGUA ACESA
Pois sendo que em tudo a língua punha
a tal da Ana Paula Língua Acesa
no crânio de Leo Pinto pôs a lesa
e o cuspe engrenou a sua alcunha.
No entanto, de mi'a língua conto um fato
de antes do relato do Seu Pinto,
quando o imo de Ana Paula era beato
ainda que alguém pense que cá minto.
A Língua Acesa outrora era dada
à boca saborear sorvete espesso,
de lá sorver o sumo em chupadas.
mas dando-lhe sorvete à sobremesa
Romeu e Julieta, qual surpresa!
Sorriu-me: esse queijinho eu conheço!
GSF/GLS, 2006
Tuesday, April 18, 2006
Coisas de grego...
Tróia I
Em tempo antigo, Helena, bem malandra,
chifreia o bananão do Menelau,
que põe a culpa num Páris de Tal,
e a guerra o Agamenon então comanda.
Menê, c’o irmão mais velho, todo prosa,
a Tróia vai lutar contra o janota,
pra libertar a esposa, a tal cocota,
que ao outro se libera bem fogosa.
Chegando lá, constrói-se um tal dum fosso
sem autorização do deus Netuno,
que grita a Zeus, Apolo, Atena, Juno,
e todo o Olimpo acorda em brado grosso;
e Zeus, de mau humor e saco cheio,
ordena: "que se arrase fosso e meio!"
Tróia II
A guerra tava má pro lado grego,
o fosso destruído, e a Tróia brava
as hostes dos atridas arrasava:
Agamenon tomava bem no rego.
Pior, foi que o chefão, assaz pedante,
roubou Cassandra de um seu agregado,
Aquiles, que ficou injuriado,
e greve declarou naquele instante.
Heitor, chefe troiano, às gargalhadas,
gozava sua repentina glória
ao ver de Agamenon as trapalhadas,
e já cantava os hinos da vitória
depois que matou Pátroclo feroz
em fúria de combate tão atroz!
Tróia III
A glória dos troianos foi fugaz!
Aquiles, com a morte do "amiguinho",
Agamenon perdoa e, nervosinho,
à luta então retorna, e mais audaz!
Heitor, logo de cara, bate as botas,
e Aquiles, já de todo enfurecido,
arrasta-lhe o cadáver destruído
na cara dos troianos idiotas.
No entanto, o herói nervoso paga o preço
por ira tão cruel e desmedida;
no calcanhar lhe batem de mansinho,
e o pobre, justo ali tão fragilzinho,
amaldiçoa a sorte desvalida:
"Ui, meu Zeus querido, ai, que eu desfaleço!"
Tróia IV
A guerra vai chegando ao seu final!
Helênicos heróis cavalo deram,
e os bêbados troianos se foderam
nas mãos de Agamenon e Menelau:
Enéias, viadinho, deu no pé,
o Páris, cafajeste, se mandou,
e Helena, vagabunda, retornou
pros braços de seu maridão mané!
De Tróia, restou nada vezes nada;
aos gregos, sobrou honra, nome e glória;
e a lenda, que surgiu de uma chifrada,
de Helena, então por Páris enrabada,
com tanta sacanagem numa história,
ficou-nos para sempre na memória!
Leo Pinto, 2004
Em tempo antigo, Helena, bem malandra,
chifreia o bananão do Menelau,
que põe a culpa num Páris de Tal,
e a guerra o Agamenon então comanda.
Menê, c’o irmão mais velho, todo prosa,
a Tróia vai lutar contra o janota,
pra libertar a esposa, a tal cocota,
que ao outro se libera bem fogosa.
Chegando lá, constrói-se um tal dum fosso
sem autorização do deus Netuno,
que grita a Zeus, Apolo, Atena, Juno,
e todo o Olimpo acorda em brado grosso;
e Zeus, de mau humor e saco cheio,
ordena: "que se arrase fosso e meio!"
Tróia II
A guerra tava má pro lado grego,
o fosso destruído, e a Tróia brava
as hostes dos atridas arrasava:
Agamenon tomava bem no rego.
Pior, foi que o chefão, assaz pedante,
roubou Cassandra de um seu agregado,
Aquiles, que ficou injuriado,
e greve declarou naquele instante.
Heitor, chefe troiano, às gargalhadas,
gozava sua repentina glória
ao ver de Agamenon as trapalhadas,
e já cantava os hinos da vitória
depois que matou Pátroclo feroz
em fúria de combate tão atroz!
Tróia III
A glória dos troianos foi fugaz!
Aquiles, com a morte do "amiguinho",
Agamenon perdoa e, nervosinho,
à luta então retorna, e mais audaz!
Heitor, logo de cara, bate as botas,
e Aquiles, já de todo enfurecido,
arrasta-lhe o cadáver destruído
na cara dos troianos idiotas.
No entanto, o herói nervoso paga o preço
por ira tão cruel e desmedida;
no calcanhar lhe batem de mansinho,
e o pobre, justo ali tão fragilzinho,
amaldiçoa a sorte desvalida:
"Ui, meu Zeus querido, ai, que eu desfaleço!"
Tróia IV
A guerra vai chegando ao seu final!
Helênicos heróis cavalo deram,
e os bêbados troianos se foderam
nas mãos de Agamenon e Menelau:
Enéias, viadinho, deu no pé,
o Páris, cafajeste, se mandou,
e Helena, vagabunda, retornou
pros braços de seu maridão mané!
De Tróia, restou nada vezes nada;
aos gregos, sobrou honra, nome e glória;
e a lenda, que surgiu de uma chifrada,
de Helena, então por Páris enrabada,
com tanta sacanagem numa história,
ficou-nos para sempre na memória!
Leo Pinto, 2004
Monday, April 17, 2006
Verso e reverso...
Soneto a Priscila
Priscila, linda flor deste serrado
tão fértil da paulista terra minha,
se pela sorte não, por ti eu vinha
às plagas de Dumont, teu berço amado.
Pois aqui para sempre celebrado
eu hei de deixar, nestas poucas linhas,
o forte sentimento que adivinhas
teres tu no meu peito despertado:
És, a um tempo, veneno e o bem da cura;
tua boca instiga dor, ardência, tudo
de tórrida volúpia, mas ternura.
Minha boca fechada, eu pasmo e mudo,
reflete meu olhar toda ventura
que emana deste teu olhar sisudo.
Marcos Satoru Kawanami, 05/12/2004
Soneto a Priscila
Priscila, travecão siliconado,
shemale, transformista e bonequinha,
que me faz dispensar a bacurinha
co’este cu tão cheiroso e depilado!
Os dias aqui passo, abestalhado,
esperando a chegada da noitinha,
quando surges, pra mim, lá na esquininha,
e fazes-me o freguês mais bem tratado!
Tens, a um tempo, o cu largo e a pica dura:
contigo, sou eu macho, fêmea e tudo,
fodendo em estrambótica loucura!
E então, quando me enfias o pontudo,
eu uivo, gemo, peido e a merda apura:
e cago-te no membralhão taludo!
Leo Pinto, 09/12/2004
Priscila, linda flor deste serrado
tão fértil da paulista terra minha,
se pela sorte não, por ti eu vinha
às plagas de Dumont, teu berço amado.
Pois aqui para sempre celebrado
eu hei de deixar, nestas poucas linhas,
o forte sentimento que adivinhas
teres tu no meu peito despertado:
És, a um tempo, veneno e o bem da cura;
tua boca instiga dor, ardência, tudo
de tórrida volúpia, mas ternura.
Minha boca fechada, eu pasmo e mudo,
reflete meu olhar toda ventura
que emana deste teu olhar sisudo.
Marcos Satoru Kawanami, 05/12/2004
Soneto a Priscila
Priscila, travecão siliconado,
shemale, transformista e bonequinha,
que me faz dispensar a bacurinha
co’este cu tão cheiroso e depilado!
Os dias aqui passo, abestalhado,
esperando a chegada da noitinha,
quando surges, pra mim, lá na esquininha,
e fazes-me o freguês mais bem tratado!
Tens, a um tempo, o cu largo e a pica dura:
contigo, sou eu macho, fêmea e tudo,
fodendo em estrambótica loucura!
E então, quando me enfias o pontudo,
eu uivo, gemo, peido e a merda apura:
e cago-te no membralhão taludo!
Leo Pinto, 09/12/2004
Saturday, April 15, 2006
A Casa... DO CARALHO!
A Xota
Era uma xota
muito engraçada,
não tinha racha,
não tinha nada.
Ninguém podia
entrar nela não,
porque na xota
não tinha vão.
Ninguém podia
por-lhe o pipi,
porque abertura
não tinha ali.
Ninguém podia
jorrar-lhe o leite,
porque a xota
era só de enfeite.
Era a tal xota
engraçadinha,
sem qualquer porta,
toda lisinha.
Foi concebida
num bom trabalho,
da cabeçorra
do meu caralho!
Leo Pinto, 2004
Era uma xota
muito engraçada,
não tinha racha,
não tinha nada.
Ninguém podia
entrar nela não,
porque na xota
não tinha vão.
Ninguém podia
por-lhe o pipi,
porque abertura
não tinha ali.
Ninguém podia
jorrar-lhe o leite,
porque a xota
era só de enfeite.
Era a tal xota
engraçadinha,
sem qualquer porta,
toda lisinha.
Foi concebida
num bom trabalho,
da cabeçorra
do meu caralho!
Leo Pinto, 2004
Tuesday, April 11, 2006
Para lamber um grande amor...
ANA PAULA LÍNGUA ACESA
NÃO CONHECE O QUE É TABU
LAMBE TUDO QUANTO PODE
DOS PÉS AO OLHO DO CU
Certa feita eu conheci
Ana Paula, uma safada
que era por lamber tarada:
sente enorme frenesi
em lamber dedo, pipi,
cu , xota ou qualquer surpresa
que se lhe apresente à mesa,
e tanto e com tanta fome,
que recebeu o cognome
Ana Paula Língua Acesa!
Esta Aninha “linguaruda”
comigo fez o que quis:
me lambeu até o nariz
por dentro, e tirou graúda
catota, e a audaz lanfranhuda
comeu depois o tatu
marrom, melequento e cru!
Então, depois de tal lida,
boto fé que a pervertida
não conhece o que é tabu!
Se tornou freguesa minha
a tal Ana lambedeira,
bem afeita a uma nojeira,
pois adora a sujeitinha
me lamber a rodelinha
borrada, e em gozo se explode
quando cago-lhe e, sem bode,
tudo sorve e tudo engole,
pois quando ela prova um fole,
lambe tudo quando pode!
Mas tal língua, um certo dia,
extenuou-se de tanto uso,
e o seu paladar, confuso,
nada mais reconhecia,
mas pra curar a avaria
atochei-lhe um curuzu
goela abaixo, e a jururu
logo desadoeceu,
e em gratidão me lambeu
dos pés ao olho do cu!
Leo Pinto, 08/04/2006
NÃO CONHECE O QUE É TABU
LAMBE TUDO QUANTO PODE
DOS PÉS AO OLHO DO CU
Certa feita eu conheci
Ana Paula, uma safada
que era por lamber tarada:
sente enorme frenesi
em lamber dedo, pipi,
cu , xota ou qualquer surpresa
que se lhe apresente à mesa,
e tanto e com tanta fome,
que recebeu o cognome
Ana Paula Língua Acesa!
Esta Aninha “linguaruda”
comigo fez o que quis:
me lambeu até o nariz
por dentro, e tirou graúda
catota, e a audaz lanfranhuda
comeu depois o tatu
marrom, melequento e cru!
Então, depois de tal lida,
boto fé que a pervertida
não conhece o que é tabu!
Se tornou freguesa minha
a tal Ana lambedeira,
bem afeita a uma nojeira,
pois adora a sujeitinha
me lamber a rodelinha
borrada, e em gozo se explode
quando cago-lhe e, sem bode,
tudo sorve e tudo engole,
pois quando ela prova um fole,
lambe tudo quando pode!
Mas tal língua, um certo dia,
extenuou-se de tanto uso,
e o seu paladar, confuso,
nada mais reconhecia,
mas pra curar a avaria
atochei-lhe um curuzu
goela abaixo, e a jururu
logo desadoeceu,
e em gratidão me lambeu
dos pés ao olho do cu!
Leo Pinto, 08/04/2006
Monday, April 10, 2006
Professor Pasquale Pinto
Questão Ortográfica
Um dia eu li num livro uma chochota!
Pois é, e muito cismei com tal grafia:
por acaso o correto não seria
estar com xis grafada essa xoxota?
Porém, me disse um sábio que é lorota
querer-se impor o “certo” em tal valia,
pois o que conta mesmo é a putaria,
e tanto faz como se escreve a xota!
Se pra caralho há príapo ou priapo,
se há chota ou xota, broxa ou brocha, é o som
que torna a obscenidade tão loquaz
em todo e qualquer verso, prosa ou papo,
pois tendo o palavrão um claro e bom
sentido, a ortografia tanto faz!
Leo Pinto, 04/03/2006
Um dia eu li num livro uma chochota!
Pois é, e muito cismei com tal grafia:
por acaso o correto não seria
estar com xis grafada essa xoxota?
Porém, me disse um sábio que é lorota
querer-se impor o “certo” em tal valia,
pois o que conta mesmo é a putaria,
e tanto faz como se escreve a xota!
Se pra caralho há príapo ou priapo,
se há chota ou xota, broxa ou brocha, é o som
que torna a obscenidade tão loquaz
em todo e qualquer verso, prosa ou papo,
pois tendo o palavrão um claro e bom
sentido, a ortografia tanto faz!
Leo Pinto, 04/03/2006
Friday, April 07, 2006
Mais uma glosa sacana...
AS RAZÕES DA PUTARIA
SÃO FÁCEIS DE SE ENTENDER
É A SUA FILOSOFIA
FODER, FODER E FODER!
Alícia era uma menina
sem graça, pura e inocente:
não tinha a xoxota ardente
e era nada libertina!
Mas a prima Carolina
sua história mudaria,
pois pra Alícia ensinaria
que às mocinhas já menstruadas
é lei ter incorporadas
as razões da putaria!
Carolina à prima Alícia
ensinou toda a etiqueta
dos saberes da buceta
e culturas da malícia,
com tamanha e tal sordícia,
que a conseguiu perverter,
mais do que se pôde crer,
a todas taras e ganas,
pois os prazeres sacanas
são fáceis de se entender!
Tendo sido pervertida,
Alícia, entrando no clima,
já tendo provado a prima,
quis então ser submetida
por algum macho na lida
da mais autêntica orgia,
desde a bronha à sodomia,
e nesta foi tão bem dada,
que agora ser enrabada
é a sua filosofia!
Alícia depois de dar
a bunda pra todos quantos
conseguiu com seus encantos,
não pôde mais segurar
peido ou bosta no lugar!
Mas não se deu vencer
e nem mesmo se abater,
pois mesmo sem prega em vista,
só interessa à masoquista
foder, foder e foder!
Leo Pinto, 24/03/2006
SÃO FÁCEIS DE SE ENTENDER
É A SUA FILOSOFIA
FODER, FODER E FODER!
Alícia era uma menina
sem graça, pura e inocente:
não tinha a xoxota ardente
e era nada libertina!
Mas a prima Carolina
sua história mudaria,
pois pra Alícia ensinaria
que às mocinhas já menstruadas
é lei ter incorporadas
as razões da putaria!
Carolina à prima Alícia
ensinou toda a etiqueta
dos saberes da buceta
e culturas da malícia,
com tamanha e tal sordícia,
que a conseguiu perverter,
mais do que se pôde crer,
a todas taras e ganas,
pois os prazeres sacanas
são fáceis de se entender!
Tendo sido pervertida,
Alícia, entrando no clima,
já tendo provado a prima,
quis então ser submetida
por algum macho na lida
da mais autêntica orgia,
desde a bronha à sodomia,
e nesta foi tão bem dada,
que agora ser enrabada
é a sua filosofia!
Alícia depois de dar
a bunda pra todos quantos
conseguiu com seus encantos,
não pôde mais segurar
peido ou bosta no lugar!
Mas não se deu vencer
e nem mesmo se abater,
pois mesmo sem prega em vista,
só interessa à masoquista
foder, foder e foder!
Leo Pinto, 24/03/2006
Wednesday, April 05, 2006
Zoemos a Cecília mais um pouco...
Trilogia de Cecília
1
Cecília, cujo cu comi outrora,
hoje o cu dá prum tal meu camarada,
que lhe arrebata a bunda esfomeada
por um caralho, pemba, benga ou tora.
Cuzinho dela é largo e colabora,
e a bela, como sempre tão safada,
a cada marcha ré em que vai engatada,
sorri feliz e aos urros comemora.
Porém não tenha amigo meu talvez,
desgostos co’a megera então provado,
pois cu comido dela certa vez,
caralho meu deixou atarantado:
em fúria de insensata mesquinhez,
largou-o fedorento e embosteado!
2
Cecília amou-me a tora rija em riste.
Não sei, porém, se amou-me a gentileza,
mas fato é que a megérica princesa
caralho meu chorou largada e triste.
O amor que ela me tinha ainda existe
na rola de outro tal pintudo à mesa,
que a xota e o cu lhe fode com destreza,
replay de amor antigo em que ela insiste.
O amor em discussão é posto aqui,
assim como foi sempre na poesia:
mais vale a fugaz foda que extasia,
ou casto amor sem xota e nem pipi?
Não sei, mas se a Cecília for pedido,
o amor será na bunda oferecido!
3
Cecília, enfim, de todo puta é vista:
aos olhos de ninguém é respeitada,
de todo mundo aos olhos é falada,
do sossegado ao ácido arrivista.
Apenas mais um nome em longa lista
de xotas, ela é mais que devassada:
sacana, não é pobre e nem coitada,
caralho não existe a que resista.
Porém seja justiça feita a ela,
que a xota lhe valeu preciosa fama,
e mesmo tão megera e tão cadela,
não há como negar que o falo inflama:
por fim, que dê remate ao escarninho
louvor que lhe prestamos ao cuzinho!
Leo Pinto, 2004
1
Cecília, cujo cu comi outrora,
hoje o cu dá prum tal meu camarada,
que lhe arrebata a bunda esfomeada
por um caralho, pemba, benga ou tora.
Cuzinho dela é largo e colabora,
e a bela, como sempre tão safada,
a cada marcha ré em que vai engatada,
sorri feliz e aos urros comemora.
Porém não tenha amigo meu talvez,
desgostos co’a megera então provado,
pois cu comido dela certa vez,
caralho meu deixou atarantado:
em fúria de insensata mesquinhez,
largou-o fedorento e embosteado!
2
Cecília amou-me a tora rija em riste.
Não sei, porém, se amou-me a gentileza,
mas fato é que a megérica princesa
caralho meu chorou largada e triste.
O amor que ela me tinha ainda existe
na rola de outro tal pintudo à mesa,
que a xota e o cu lhe fode com destreza,
replay de amor antigo em que ela insiste.
O amor em discussão é posto aqui,
assim como foi sempre na poesia:
mais vale a fugaz foda que extasia,
ou casto amor sem xota e nem pipi?
Não sei, mas se a Cecília for pedido,
o amor será na bunda oferecido!
3
Cecília, enfim, de todo puta é vista:
aos olhos de ninguém é respeitada,
de todo mundo aos olhos é falada,
do sossegado ao ácido arrivista.
Apenas mais um nome em longa lista
de xotas, ela é mais que devassada:
sacana, não é pobre e nem coitada,
caralho não existe a que resista.
Porém seja justiça feita a ela,
que a xota lhe valeu preciosa fama,
e mesmo tão megera e tão cadela,
não há como negar que o falo inflama:
por fim, que dê remate ao escarninho
louvor que lhe prestamos ao cuzinho!
Leo Pinto, 2004
Tuesday, April 04, 2006
"Anônimo"...
O de hoje não é meu e nem posso revelar a autoria, o colega que escreveu se arrependeu logo depois, e pediu pra que eu tacasse ao fogo do esquecimento. Neca, eu não, não com essa obra de arte tão sacana! Mas, é claro, em respeito ao cabra, publico como de autor anônimo..
Prece do Corno
Eu, que por faltas mil rogo ao Senhor
meu deus e irmão Jesus que enfim é tudo,
não tenho nem um álibi; e entre mudo
e a chorar todo por dentro de horror,
renego a fama de blasfemador
que me foi dada qual troféu bojudo
mas de latão vulgar. Porém, cornudo,
ao menos isso tenho em meu favor...
José foi corno, e corno de uma santa,
e por corno acabou santificado:
onde é que já se viu chifrada tanta?
De modo que, isentados do pecado,
nós cornos temos fama que alevanta
à sacra história um deus crucificado.
Anônimo, 2004
Prece do Corno
Eu, que por faltas mil rogo ao Senhor
meu deus e irmão Jesus que enfim é tudo,
não tenho nem um álibi; e entre mudo
e a chorar todo por dentro de horror,
renego a fama de blasfemador
que me foi dada qual troféu bojudo
mas de latão vulgar. Porém, cornudo,
ao menos isso tenho em meu favor...
José foi corno, e corno de uma santa,
e por corno acabou santificado:
onde é que já se viu chifrada tanta?
De modo que, isentados do pecado,
nós cornos temos fama que alevanta
à sacra história um deus crucificado.
Anônimo, 2004
Monday, April 03, 2006
Ao Mestre, Com Devoção...
Sábado passou O Forasteiro, um dos últimos filmes do Mestre Seagal, que, por melhor que ainda seja (ele é eterno!), temos de covir que já está bem acabadaço... Seus últimos filmes, depois do excelente Rede de Corrupção (o último que ainda encarou uma temporada no cinema), passou a produzir de duas a três "obras" (como Resgate Sem Limites, o supra-sumo do absurdo patético!) por ano, mas só pra DVD... Que o Mestre já não é mais o mesmo, não há dúvida... Porém, como lenda que se tornou, espero que continue mandando ver... (por pior que venha mais e mais ficando, EU GÓSTIO!!!) Em tempo: O Forasrteiro 2 já está nas locadoras!
Soneto a Steven Seagal
Saiu dando porrada um rabudinho,
com cara de índio e calça estrangulante,
metendo um aikidô “nos meliante”,
prendendo o bandidão e o bandidinho.
Machão da porra, não sai de fininho,
e sempre enfrenta o crime mais chocante,
mata e espanca o ladrão e o traficante,
e nunca sem deixar um sorrisinho.
Porém, o antigo herói tão afamado
anda já muito gordo e despencado:
nunca mais emplacou bilheteria!
Mas quem sabe se, sem pancadaria,
encare ainda um pornozinho obscuro,
se mantiver ao menos o pau duro?
Leo Pinto, 03/05/2004
Soneto a Steven Seagal
Saiu dando porrada um rabudinho,
com cara de índio e calça estrangulante,
metendo um aikidô “nos meliante”,
prendendo o bandidão e o bandidinho.
Machão da porra, não sai de fininho,
e sempre enfrenta o crime mais chocante,
mata e espanca o ladrão e o traficante,
e nunca sem deixar um sorrisinho.
Porém, o antigo herói tão afamado
anda já muito gordo e despencado:
nunca mais emplacou bilheteria!
Mas quem sabe se, sem pancadaria,
encare ainda um pornozinho obscuro,
se mantiver ao menos o pau duro?
Leo Pinto, 03/05/2004
Sunday, April 02, 2006
Lá vai outra...
Apenas esclarecendo: todos os nomes cá citados são fictícios, pois fazem parte de uma realidade literária. Portanto, quaisquer semelhanças com pessoas da vida real é pura coincidência, mero acaso, patusacada do cosmos, sacanagem astral, etc, chamem do que for, mas não é crime! Sem mais, subscrevo-me e deixo cá nova sátira. Amém!
Cecília
Tem corpo de violão, mas não tem bunda,
tem tetas grandes, mas em queda clara,
tem xota quente, mas com doença rara,
e beija bem mas tem a boca imunda!
É loira e não é burra, mas é bisca;
se faz de santa, mas é meretriz;
já deu pra meio mundo, mas não diz,
e havendo rola, igual galinha as cisca!
Não é cachorra, mas, bravinha, late,
e adora se fingir mulher de brio:
odeia ser chamada de biscate,
mas vive igual felina em pleno cio!
Tal é Cecília, puta rolandense,
nos dias em que se acha mais circense!
Leo Pinto, 25/11/2005
Cecília
Tem corpo de violão, mas não tem bunda,
tem tetas grandes, mas em queda clara,
tem xota quente, mas com doença rara,
e beija bem mas tem a boca imunda!
É loira e não é burra, mas é bisca;
se faz de santa, mas é meretriz;
já deu pra meio mundo, mas não diz,
e havendo rola, igual galinha as cisca!
Não é cachorra, mas, bravinha, late,
e adora se fingir mulher de brio:
odeia ser chamada de biscate,
mas vive igual felina em pleno cio!
Tal é Cecília, puta rolandense,
nos dias em que se acha mais circense!
Leo Pinto, 25/11/2005
Saturday, April 01, 2006
Ao melhor amigo...
Estou gostando de publicar sátiras, vou manter essa "linha editorail" por mais algumas publicações aqui na minha adorada Casa do Caralho. Essa de hoje fiz pra sacanear meu melhor amigo, o Gustavo, que nesse exato momento em que estou escrevendo deve estar ensaiado com alguma das suas bandas lá em Londrina... Ah, que saudade do velho Hobbit e nossas homéricas bebedeiras...! Mas vou vê-lo agora no feriado da Páscoa, e espero que sobre um trocado pra eu ir pra lá no fim do mês, quando é o natalício do cabra... Bem, vai a sátira!
O Hobbit
Cabelos encaracoladamente
toscos, barbicha rala e mal cuidada,
e a “barraguinha” bem avolumada
a desfilar, impávida e imponente!
Exibe, ao manejar duas baquetas
(pois toca numas bandas de metal),
pequenas mãos, ligeiras sem igual,
mas já bem calejadas de punhetas!
O cabra é gente boa e sossegado,
só às vezes dá de ter alguns chiliques,
mas nada que não seja apaziguado
com cervejadas, xotas e repiques...
Tal é Gustavo, um hobbit putanheiro,
nos dias em que se acha mais inteiro!
Leo Pinto, 25/11/2005
O Hobbit
Cabelos encaracoladamente
toscos, barbicha rala e mal cuidada,
e a “barraguinha” bem avolumada
a desfilar, impávida e imponente!
Exibe, ao manejar duas baquetas
(pois toca numas bandas de metal),
pequenas mãos, ligeiras sem igual,
mas já bem calejadas de punhetas!
O cabra é gente boa e sossegado,
só às vezes dá de ter alguns chiliques,
mas nada que não seja apaziguado
com cervejadas, xotas e repiques...
Tal é Gustavo, um hobbit putanheiro,
nos dias em que se acha mais inteiro!
Leo Pinto, 25/11/2005