Tuesday, February 28, 2006
Conhece a Inês?
A Morte da Inês de Quatro
Passado o fato, e o escândalo esfriado,
Revivo agora Inês e a sua história,
Um causo peculiar de ser contado,
Historieta bufa e meritória
De ser um boato vivo e repassado:
Aqui se narra hilária trajetória
Da imperatriz que, louca por foder,
Fodendo, viu-se às ânsias de morrer!
Inês não era simples vagabunda:
Tão louca era por fodas, tão fominha,
Que em sua fome ardente, e tão profunda,
Fodia não somente a bacurinha,
Mas amava, também, tomar na bunda,
E tanta era a vontade, que a rainha,
Que nunca numa foda se aquietava,
Um caralho maior sempre buscava.
Grossura era seu lema, e rigidez,
E altura, também tinha que ser longo,
A tudo se antenava a austera Inês,
Idade, signo e porte do porongo:
Tamanho mínimo era trinta e três,
E não podia ser bimbalho songo;
Aprovavam-se só os descomunais,
E que lhe dessem fodas magistrais.
No entanto, passa o tempo e Inês se cansa
Das mesmas fodas com as mesmas toras,
Às quais destina, aos poucos, esquivança,
Descaso, indiferenças e enfim foras,
Pois já nenhum tesão a pobre alcança,
E inquietada pensa, por mil horas,
Um modo de voltar à antiga luta
E ser do seu reinado a maior puta!
Pensar, porém, não era a sua praia,
Que só foder é mesmo que sabia,
Foder era o melhor de sua laia!
No entanto, com o pouco que inda havia
De inteligência atrás daquela saia,
Provando não ser toda ela vazia
Na cabecinha que só pensa em dar,
Resolve o plano a outros destinar!
Convoca quatro intrépidos rapazes,
De todos pra quem já se liberou,
Os mais dotados e os mais bem fodazes,
E à roda toda, altiva, ela ordenou:
“Viris varões, membrudos e porrazes,
Minha lascívia toda se esfriou,
E aos quatro ordeno agora uma missão:
Que me tragam de volta o meu tesão!
Cada um de vocês quatro vai partir
Por uma trilha onde há de pesquisar
Um modo esperto de me restituir
Minha libido e me fazer gozar;
E alerto já que quem não conseguir
E, mísero, vier a me falhar,
Há de se haver nas garras da má sorte:
Terá no membro um derradeiro corte!
Mas quem, por outro lado, me fizer
Gozar como então dantes, e até mais,
Terá pra si tudo o que bem quiser,
Fortunas e prazeres colossais,
Estoque ilimitado de mulher,
Bucetas como já se viu jamais;
Será leal e justa a recompensa
Pra quem me devolver na foda a crença!”
Assim ela falou e assim partiram
Os quatro para a intrépida missão;
Em rumos diferentes já seguiram,
Valentes e orgulhosos para então
Dar cabo dos perrengues que surgiram:
Salvar a pele e encontrar o tesão
Que a tresloucada imperatriz queria,
E restaurar, no reino, a putaria!
O número um saiu em tal socorro
Pelos canis do reino, onde encontrou
Entre todos os tipos de cachorro
O mais pintudo, o qual logo chamou:
“Vem cá, Totó, vem cá senão eu morro!
Vem cá, que com certeza é um belo show
Este gigante e impávido colosso!
Vem cá, que você ganha um belo osso!”
Um outro foi às baias do castelo
E, checando um por um, cada cavalo,
Escolhe não o mais altivo e belo,
Mas aquele de mais comprido falo,
Um pangaré mofino e bem magrelo,
Porém que tinha o um dote a compensá-lo!
E achando ser aquele o mais perfeito,
O moço leva embora o eqüino eleito!
O terceiro já sai castelo afora,
Lá indo se embrenhar pela floresta,
Onde ele, corajoso, tudo explora,
Caçando, enfim, um par perfeito à festa
Que lhe exigira a nobre grã-senhora
Inês, e o dito pensa, “eis que por esta
Jamais imaginou a soberana:
Um urso há de arrombar-lhe o cu e a xana!”
O quarto, que tinha alma mais altiva,
Viajou para terras de além-mar,
Onde encontrou a prenda mais criativa,
Aquela que haveria de estourar
A boca do balão e fazer viva
A xota de uma múmia secular:
O cabra, muito mais que extravagante,
Levou de volta ao reino um elefante!
Ao paço, pois, voltava o missionário
De número um, e o portentoso cão
Que ele trazia do veterinário
(Devidamente vacinado então),
Supondo, em seu soberbo imaginário,
Que à austera Inês, faria algum tesão:
Mas nada, a vaca velha mal sentiu
O “fêmur” que o cachorro lhe serviu!
Castrados cão e missionário, pois,
Dali a pouco retorna, cavalgando,
O encarregado de número dois,
Que entrega o pangaré, inda trotando,
E espera avidamente por depois
Da foda entre a rainha e o eqüino, quando
Sai do aposento a imperatriz furiosa,
Ainda pelo gozo sequiosa!
Mas logo então já chega o enviado três,
O intrépido e imponente caçador,
Trazendo de presente à velha Inês,
Pelo garrote, um urso assustador,
E a imperatriz já pensa, “é desta vez
Que eu recupero o meu antigo ardor!”
Mas qual, as esperanças vão frustradas,
E novamente ordenam-se as castradas!
E passam-se anos sem que a imperatriz
Receba do seu quarto uma notícia,
E amargurada a velha meretriz
Ordena já que o busque a real milícia,
Mas eis que chega um mensageiro e diz
À soberana, com certa malícia:
“Desfazei tal tristeza, Majestade:
Vos chega, enfim, a real felicidade!”
Inês, aflita, mal consegue crer
Ao contemplar de perto a quarta prenda:
“Com este eu com certeza hei de foder
Até me transformar em fodaz lenda:
‘Inês, A Fodedora’ eu hei de ser,
Ainda que da foda eu me arrependa!”
Dispensa do castelo toda a gente,
E cai de boca no seu pretendente!
E como já se havia de esperar,
Inês, de fato, fez-se jubilosa,
Por todo reino ouviu-se ela berrar,
Uivante, delirante, luxuriosa,
Deixando-se todinha trespassar,
Finando-se feliz, leve e gozosa,
Subindo ao céu pra lá de saciada,
De quatro aqui restando estraçalhada!
Legou-se, pois, ao grande aventureiro,
Conforme havia sido decretado
Em régio testamento, o reino inteiro,
E tudo o que lá tinha lhe foi dado!
Com isso, então, tornou-se ele o primeiro
Plebeu honrosamente coroado:
Tocou feliz da vida o seu império,
Nomeando o paquiderme a um ministério!
Leo Pinto, 21/06/2005
Passado o fato, e o escândalo esfriado,
Revivo agora Inês e a sua história,
Um causo peculiar de ser contado,
Historieta bufa e meritória
De ser um boato vivo e repassado:
Aqui se narra hilária trajetória
Da imperatriz que, louca por foder,
Fodendo, viu-se às ânsias de morrer!
Inês não era simples vagabunda:
Tão louca era por fodas, tão fominha,
Que em sua fome ardente, e tão profunda,
Fodia não somente a bacurinha,
Mas amava, também, tomar na bunda,
E tanta era a vontade, que a rainha,
Que nunca numa foda se aquietava,
Um caralho maior sempre buscava.
Grossura era seu lema, e rigidez,
E altura, também tinha que ser longo,
A tudo se antenava a austera Inês,
Idade, signo e porte do porongo:
Tamanho mínimo era trinta e três,
E não podia ser bimbalho songo;
Aprovavam-se só os descomunais,
E que lhe dessem fodas magistrais.
No entanto, passa o tempo e Inês se cansa
Das mesmas fodas com as mesmas toras,
Às quais destina, aos poucos, esquivança,
Descaso, indiferenças e enfim foras,
Pois já nenhum tesão a pobre alcança,
E inquietada pensa, por mil horas,
Um modo de voltar à antiga luta
E ser do seu reinado a maior puta!
Pensar, porém, não era a sua praia,
Que só foder é mesmo que sabia,
Foder era o melhor de sua laia!
No entanto, com o pouco que inda havia
De inteligência atrás daquela saia,
Provando não ser toda ela vazia
Na cabecinha que só pensa em dar,
Resolve o plano a outros destinar!
Convoca quatro intrépidos rapazes,
De todos pra quem já se liberou,
Os mais dotados e os mais bem fodazes,
E à roda toda, altiva, ela ordenou:
“Viris varões, membrudos e porrazes,
Minha lascívia toda se esfriou,
E aos quatro ordeno agora uma missão:
Que me tragam de volta o meu tesão!
Cada um de vocês quatro vai partir
Por uma trilha onde há de pesquisar
Um modo esperto de me restituir
Minha libido e me fazer gozar;
E alerto já que quem não conseguir
E, mísero, vier a me falhar,
Há de se haver nas garras da má sorte:
Terá no membro um derradeiro corte!
Mas quem, por outro lado, me fizer
Gozar como então dantes, e até mais,
Terá pra si tudo o que bem quiser,
Fortunas e prazeres colossais,
Estoque ilimitado de mulher,
Bucetas como já se viu jamais;
Será leal e justa a recompensa
Pra quem me devolver na foda a crença!”
Assim ela falou e assim partiram
Os quatro para a intrépida missão;
Em rumos diferentes já seguiram,
Valentes e orgulhosos para então
Dar cabo dos perrengues que surgiram:
Salvar a pele e encontrar o tesão
Que a tresloucada imperatriz queria,
E restaurar, no reino, a putaria!
O número um saiu em tal socorro
Pelos canis do reino, onde encontrou
Entre todos os tipos de cachorro
O mais pintudo, o qual logo chamou:
“Vem cá, Totó, vem cá senão eu morro!
Vem cá, que com certeza é um belo show
Este gigante e impávido colosso!
Vem cá, que você ganha um belo osso!”
Um outro foi às baias do castelo
E, checando um por um, cada cavalo,
Escolhe não o mais altivo e belo,
Mas aquele de mais comprido falo,
Um pangaré mofino e bem magrelo,
Porém que tinha o um dote a compensá-lo!
E achando ser aquele o mais perfeito,
O moço leva embora o eqüino eleito!
O terceiro já sai castelo afora,
Lá indo se embrenhar pela floresta,
Onde ele, corajoso, tudo explora,
Caçando, enfim, um par perfeito à festa
Que lhe exigira a nobre grã-senhora
Inês, e o dito pensa, “eis que por esta
Jamais imaginou a soberana:
Um urso há de arrombar-lhe o cu e a xana!”
O quarto, que tinha alma mais altiva,
Viajou para terras de além-mar,
Onde encontrou a prenda mais criativa,
Aquela que haveria de estourar
A boca do balão e fazer viva
A xota de uma múmia secular:
O cabra, muito mais que extravagante,
Levou de volta ao reino um elefante!
Ao paço, pois, voltava o missionário
De número um, e o portentoso cão
Que ele trazia do veterinário
(Devidamente vacinado então),
Supondo, em seu soberbo imaginário,
Que à austera Inês, faria algum tesão:
Mas nada, a vaca velha mal sentiu
O “fêmur” que o cachorro lhe serviu!
Castrados cão e missionário, pois,
Dali a pouco retorna, cavalgando,
O encarregado de número dois,
Que entrega o pangaré, inda trotando,
E espera avidamente por depois
Da foda entre a rainha e o eqüino, quando
Sai do aposento a imperatriz furiosa,
Ainda pelo gozo sequiosa!
Mas logo então já chega o enviado três,
O intrépido e imponente caçador,
Trazendo de presente à velha Inês,
Pelo garrote, um urso assustador,
E a imperatriz já pensa, “é desta vez
Que eu recupero o meu antigo ardor!”
Mas qual, as esperanças vão frustradas,
E novamente ordenam-se as castradas!
E passam-se anos sem que a imperatriz
Receba do seu quarto uma notícia,
E amargurada a velha meretriz
Ordena já que o busque a real milícia,
Mas eis que chega um mensageiro e diz
À soberana, com certa malícia:
“Desfazei tal tristeza, Majestade:
Vos chega, enfim, a real felicidade!”
Inês, aflita, mal consegue crer
Ao contemplar de perto a quarta prenda:
“Com este eu com certeza hei de foder
Até me transformar em fodaz lenda:
‘Inês, A Fodedora’ eu hei de ser,
Ainda que da foda eu me arrependa!”
Dispensa do castelo toda a gente,
E cai de boca no seu pretendente!
E como já se havia de esperar,
Inês, de fato, fez-se jubilosa,
Por todo reino ouviu-se ela berrar,
Uivante, delirante, luxuriosa,
Deixando-se todinha trespassar,
Finando-se feliz, leve e gozosa,
Subindo ao céu pra lá de saciada,
De quatro aqui restando estraçalhada!
Legou-se, pois, ao grande aventureiro,
Conforme havia sido decretado
Em régio testamento, o reino inteiro,
E tudo o que lá tinha lhe foi dado!
Com isso, então, tornou-se ele o primeiro
Plebeu honrosamente coroado:
Tocou feliz da vida o seu império,
Nomeando o paquiderme a um ministério!
Leo Pinto, 21/06/2005
Friday, February 24, 2006
E nem era de Natal...
História de Um Peru
Buscando uma suruba diferente,
o tipo tem a idéia genial
de pegar pra foder um animal,
e um peru é escolhe pra servente.
Porém, inda querendo algo mais quente,
paga uma puta pra no bacanal
meter o bicho no recinto anal
enquanto à cloaca vai-se o delinqüente!
Tudo ajeitado, a meretriz enfia
de fato no seu toba o pobre bicho
e, tal qual combinada a putaria,
o tipo adentra da ave o dito nicho;
porém, já a moça em brasa tendo o cu,
se escabuja e estrangula o tal peru!
Leo Pinto, 23/02/2006
Buscando uma suruba diferente,
o tipo tem a idéia genial
de pegar pra foder um animal,
e um peru é escolhe pra servente.
Porém, inda querendo algo mais quente,
paga uma puta pra no bacanal
meter o bicho no recinto anal
enquanto à cloaca vai-se o delinqüente!
Tudo ajeitado, a meretriz enfia
de fato no seu toba o pobre bicho
e, tal qual combinada a putaria,
o tipo adentra da ave o dito nicho;
porém, já a moça em brasa tendo o cu,
se escabuja e estrangula o tal peru!
Leo Pinto, 23/02/2006
Thursday, February 23, 2006
Coisas de homens..
OS SEGREDOS DO CARALHO
NINGUÉM OS PODE ENTENDER
ALEGRE QUANDO TEM FOME
TRISTE DEPOIS DE COMER
Pedro e Paulo, dois sujeitos
Que aqui me prezo a cantar,
Uma história singular
De tais cabras insuspeitos,
Que um pro outro foram feitos.
O Pedro era já grisalho,
Fanfarrão velho e bandalho,
Que ao Paulo, rapaz novinho,
Desvendou, lá no cuzinho,
Os segredos do caralho!
Pedro e Paulo, apaixonados,
Assumir-se resolveram,
E tão logo se foderam
Nas fofocas dos malvados.
Chamaram-lhes de viados,
E ofenderam pra valer,
Fazendo-os perceber
Que mesmo no amor profundo,
Os preconceitos do mundo,
Ninguém os pode entender!
Pedro e Paulo superaram
Ofensas e preconceitos,
E alegres e satisfeitos,
Pra bem longe se mudaram,
E outra vida planejaram:
Compartilham sobrenome,
E o Pedro, tranqüilo, come,
O Paulo, que satisfaz
Seu macho, passivo e em paz,
Alegre quando tem fome!
Pedrão, um tanto folgado,
Abusa de seu menino,
Paulinho, moço mofino,
Submisso e sempre calado.
Mas um dia, revoltado,
Paulinho fez-se crescer,
E no Pedro fez valer
Sua fúria defecante,
Deixando a rola do amante
Triste depois de comer!
Leo Pinto, 19/01/2005
NINGUÉM OS PODE ENTENDER
ALEGRE QUANDO TEM FOME
TRISTE DEPOIS DE COMER
Pedro e Paulo, dois sujeitos
Que aqui me prezo a cantar,
Uma história singular
De tais cabras insuspeitos,
Que um pro outro foram feitos.
O Pedro era já grisalho,
Fanfarrão velho e bandalho,
Que ao Paulo, rapaz novinho,
Desvendou, lá no cuzinho,
Os segredos do caralho!
Pedro e Paulo, apaixonados,
Assumir-se resolveram,
E tão logo se foderam
Nas fofocas dos malvados.
Chamaram-lhes de viados,
E ofenderam pra valer,
Fazendo-os perceber
Que mesmo no amor profundo,
Os preconceitos do mundo,
Ninguém os pode entender!
Pedro e Paulo superaram
Ofensas e preconceitos,
E alegres e satisfeitos,
Pra bem longe se mudaram,
E outra vida planejaram:
Compartilham sobrenome,
E o Pedro, tranqüilo, come,
O Paulo, que satisfaz
Seu macho, passivo e em paz,
Alegre quando tem fome!
Pedrão, um tanto folgado,
Abusa de seu menino,
Paulinho, moço mofino,
Submisso e sempre calado.
Mas um dia, revoltado,
Paulinho fez-se crescer,
E no Pedro fez valer
Sua fúria defecante,
Deixando a rola do amante
Triste depois de comer!
Leo Pinto, 19/01/2005
Tuesday, February 21, 2006
Glória caralhal...
À Constância
Este caralho que aqui vês, Constância,
é teu alento, teu prazer seguro,
teu sustentáculo, que, sempre duro,
há de aliviar-te toda e qualquer ânsia!
Podes sentir, pela preponderância,
que toda a fome tua, e todo apuro,
serão curados pelo audaz e puro
membro que se apresenta nesta instância!
Este caralho, enfim, constância amada,
há de trazer-te a paz e a salvação,
pois no momento em que a tiver tomada,
rendida às ganas do maior tesão,
terás dos céus a fama revelada,
num gozo de infinita imensidão!
Leo Pinto, 20/02/2005
Este caralho que aqui vês, Constância,
é teu alento, teu prazer seguro,
teu sustentáculo, que, sempre duro,
há de aliviar-te toda e qualquer ânsia!
Podes sentir, pela preponderância,
que toda a fome tua, e todo apuro,
serão curados pelo audaz e puro
membro que se apresenta nesta instância!
Este caralho, enfim, constância amada,
há de trazer-te a paz e a salvação,
pois no momento em que a tiver tomada,
rendida às ganas do maior tesão,
terás dos céus a fama revelada,
num gozo de infinita imensidão!
Leo Pinto, 20/02/2005
Sunday, February 19, 2006
Tudo em família...
Soneto Incestuoso
Um cabra teve o filho por amante,
mas não fodia o filho, e sim o neto,
pois o rebento havia sido feto
de filha sua uns tantos anos antes.
E então, o filho-neto desposou
a mãe-irmã, que irmã-avó agora,
e em meio disso tudo, sogra-nora,
do filho de seu filho, outra gerou.
E agora, em meio a tantas mães e pais,
e tios-avôs-irmãos e filhas-tias,
depois de muitas tantas putarias
ninguém reconhecer-se sabe mais,
e ainda incestuosos continuam
enquanto um mesmo sangue perpetuam.
Leo Pinto
Um cabra teve o filho por amante,
mas não fodia o filho, e sim o neto,
pois o rebento havia sido feto
de filha sua uns tantos anos antes.
E então, o filho-neto desposou
a mãe-irmã, que irmã-avó agora,
e em meio disso tudo, sogra-nora,
do filho de seu filho, outra gerou.
E agora, em meio a tantas mães e pais,
e tios-avôs-irmãos e filhas-tias,
depois de muitas tantas putarias
ninguém reconhecer-se sabe mais,
e ainda incestuosos continuam
enquanto um mesmo sangue perpetuam.
Leo Pinto
Saturday, February 18, 2006
Metaputanhético
A Morte da Poesia
A puta censuraram na poesia
quando lhe foi negada a condição
de musa pelo chato e charlatão
reaça que só tesourar sabia.
Caralho também foi-se em tal valia,
buceta, nem se fala, NÃO e NÃO,
e assim tudo virava palavrão,
dos versos retalhados dia a dia.
No fim, as poucas flores quem sobraram
morreram, pois faltou-lhes que aguasse,
e as belas moças que tanto me amaram,
não lhes restando verso que triscasse,
também se foram, pois putinhas eram,
e os meus poemas todos faleceram.
Leo Pinto, 25/06/2004
A puta censuraram na poesia
quando lhe foi negada a condição
de musa pelo chato e charlatão
reaça que só tesourar sabia.
Caralho também foi-se em tal valia,
buceta, nem se fala, NÃO e NÃO,
e assim tudo virava palavrão,
dos versos retalhados dia a dia.
No fim, as poucas flores quem sobraram
morreram, pois faltou-lhes que aguasse,
e as belas moças que tanto me amaram,
não lhes restando verso que triscasse,
também se foram, pois putinhas eram,
e os meus poemas todos faleceram.
Leo Pinto, 25/06/2004
Friday, February 17, 2006
Só faltava acertar quanto...
A Buceta de Ouro
De uma cabrita eu lembro, uma safada,
negou-me a sua xota sem razão,
deixando-me furioso de tesão
por não vingar comer-lhe a desejada!
Faminto e com a rola espevitada,
forcei minha insistência na questão,
mas arrogantemente disse não,
e as costas deu-me, assaz assoberbada!
Pra resolver o caso em pronta mão,
perfiz uma estratégia bem-bolada:
cheguei-lhe c’uma nota de cenhão,
ao que ela esbofeteou-me injuriada;
botando fui mais cens, até que então,
fodi sua buceta endinheirada!
Leo Pinto, 28/05/2004
De uma cabrita eu lembro, uma safada,
negou-me a sua xota sem razão,
deixando-me furioso de tesão
por não vingar comer-lhe a desejada!
Faminto e com a rola espevitada,
forcei minha insistência na questão,
mas arrogantemente disse não,
e as costas deu-me, assaz assoberbada!
Pra resolver o caso em pronta mão,
perfiz uma estratégia bem-bolada:
cheguei-lhe c’uma nota de cenhão,
ao que ela esbofeteou-me injuriada;
botando fui mais cens, até que então,
fodi sua buceta endinheirada!
Leo Pinto, 28/05/2004
Thursday, February 16, 2006
E o Poetinha continua vivo...
Soneto de Fidelidade Anal
Em tudo a teu loló serei atento,
teu cu pra mim é território santo,
e até se em mim cagares, não me espanto,
pois juro devoção ao excremento
que de teu ânus sai como um rebento
sórdido e belo, sopro do meu canto:
altar maior de graças e de encanto
é teu esfíncter sujo e fedorento!
Assim, quão mais eu mil amores jure
a teu gentil botão, que mais se avive
o fogo da paixão que tanto inflama
o membro que por tuas pregas vive:
que ardamos nesta sodomita chama,
e que só na traseira eu te perfure!
Leo Pinto, 15/02/2006
Em tudo a teu loló serei atento,
teu cu pra mim é território santo,
e até se em mim cagares, não me espanto,
pois juro devoção ao excremento
que de teu ânus sai como um rebento
sórdido e belo, sopro do meu canto:
altar maior de graças e de encanto
é teu esfíncter sujo e fedorento!
Assim, quão mais eu mil amores jure
a teu gentil botão, que mais se avive
o fogo da paixão que tanto inflama
o membro que por tuas pregas vive:
que ardamos nesta sodomita chama,
e que só na traseira eu te perfure!
Leo Pinto, 15/02/2006
Wednesday, February 15, 2006
Voyeur...
Homenagem
A sós os dois, enquanto ela se banha,
eu quieto num banquinho ali sentado
contemplo-a e, sem pudor, esfomeado,
me entrego à ação que o instinto mais assanha
e me punheto louco e apaixonado!
E enquanto ela retorce o corpo, apanha
o sabonete, e com tais graça e manha
surpreende o meu olhar arregalado:
sorri, se inclina, beija-me o instrumento
e volta, a pisar suave, pro chuveiro,
de onde me assiste, prazenteira e calma,
a me entregar, no mais vivaz momento,
ao surto que me toma por inteiro
e a homenageia ao lhe jorrar minh’alma!
Leo Pinto, 13/02/2006
A sós os dois, enquanto ela se banha,
eu quieto num banquinho ali sentado
contemplo-a e, sem pudor, esfomeado,
me entrego à ação que o instinto mais assanha
e me punheto louco e apaixonado!
E enquanto ela retorce o corpo, apanha
o sabonete, e com tais graça e manha
surpreende o meu olhar arregalado:
sorri, se inclina, beija-me o instrumento
e volta, a pisar suave, pro chuveiro,
de onde me assiste, prazenteira e calma,
a me entregar, no mais vivaz momento,
ao surto que me toma por inteiro
e a homenageia ao lhe jorrar minh’alma!
Leo Pinto, 13/02/2006
Monday, February 13, 2006
Escatológico Rock´n Roll...
Escatológica Sina
No dedo indicador deste bandalho
Claudete abandonou restos fecais;
Cecília, eterna puta dos meus ais,
cagou-me na cabeça do caralho.
Pelo saco escorreu-me uma estrumela
de Ivana Paula, após eu a enrabar;
e em minha boca defecou Marcela
depois que o seu fiofó dei-me a chupar.
Agora, paro e penso, mas que bosta,
eu sou o imperador de mil cagadas,
pois em qualquer loló em que se encosta
alguma parte minha, é a mesma josta:
dedadas, enrabadas ou linguadas,
são sempre por dejeto atroz vingadas!
Leo Pinto, 28/09/2005
No dedo indicador deste bandalho
Claudete abandonou restos fecais;
Cecília, eterna puta dos meus ais,
cagou-me na cabeça do caralho.
Pelo saco escorreu-me uma estrumela
de Ivana Paula, após eu a enrabar;
e em minha boca defecou Marcela
depois que o seu fiofó dei-me a chupar.
Agora, paro e penso, mas que bosta,
eu sou o imperador de mil cagadas,
pois em qualquer loló em que se encosta
alguma parte minha, é a mesma josta:
dedadas, enrabadas ou linguadas,
são sempre por dejeto atroz vingadas!
Leo Pinto, 28/09/2005
Monday, February 06, 2006
Nova Glosa
BUCETA, CU E CARALHO
TRÊS INTRUMENTOS DE FODA!
Quando me contam, gargalho,
que o dólar na cueca imunda
tem por companhia bunda,
buceta, cu e caralho!
Faz tutu qualquer bandalho
que se meta hoje na roda
da corrupção em moda
no PL, PTB
e até mesmo no PT:
três intrumentos de foda!
Leo Pinto, agosto de 2005
TRÊS INTRUMENTOS DE FODA!
Quando me contam, gargalho,
que o dólar na cueca imunda
tem por companhia bunda,
buceta, cu e caralho!
Faz tutu qualquer bandalho
que se meta hoje na roda
da corrupção em moda
no PL, PTB
e até mesmo no PT:
três intrumentos de foda!
Leo Pinto, agosto de 2005
Thursday, February 02, 2006
Até!
Ave! Vou dar uma sumida pra Pousada das Alamandas e só volto domingo à noite! Fica aí uma glosa de lembrança, e até segunda, um abraço!
SE MERDA FOSSE DINHEIRO
POBRE NASCIA SEM CU
Ia à falência o doleiro,
a fome toda acabava,
e a tripa seria escrava
se merda fosse dinheiro!
Mas nosso congresso "obreiro",
que só defende o baú
do Bradesco e do Itaú,
aprovava a lei urgente
em que taxativamente
pobre nascia sem cu!
Leo Pinto, agosto de 2005
SE MERDA FOSSE DINHEIRO
POBRE NASCIA SEM CU
Ia à falência o doleiro,
a fome toda acabava,
e a tripa seria escrava
se merda fosse dinheiro!
Mas nosso congresso "obreiro",
que só defende o baú
do Bradesco e do Itaú,
aprovava a lei urgente
em que taxativamente
pobre nascia sem cu!
Leo Pinto, agosto de 2005
Wednesday, February 01, 2006
Pois onde reina a foda impera a paz...
Felicidade
Felicidade é ter minha menina
de xoxotinha aberta para mim;
gulosa, sem vergonha e libertina,
a abocanhar-me o falo até o seu fim;
felicidade é tê-la cavalgando
sobre o caralho teso e, todo entregue,
sentir sua buceta em mim gozando,
e dela ser como da mula é o jegue;
felicidade, enfim, é tudo aquilo
que ela me faz sentir quando trepamos;
um gozo tão intenso, que ao senti-lo,
eu sinto a força com que nos amamos;
um gozo pleno que, cheio de urgência,
revela-nos a glória da existência.
Leo Pinto, 2005
Felicidade é ter minha menina
de xoxotinha aberta para mim;
gulosa, sem vergonha e libertina,
a abocanhar-me o falo até o seu fim;
felicidade é tê-la cavalgando
sobre o caralho teso e, todo entregue,
sentir sua buceta em mim gozando,
e dela ser como da mula é o jegue;
felicidade, enfim, é tudo aquilo
que ela me faz sentir quando trepamos;
um gozo tão intenso, que ao senti-lo,
eu sinto a força com que nos amamos;
um gozo pleno que, cheio de urgência,
revela-nos a glória da existência.
Leo Pinto, 2005